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Ritmo diário e treinamento de força

Manaus 2004 (Foto: Arquivo pessoal). Ricardo Arona realizando exercício demonstrativo de agachamento para o público presente no primeiro curso de preparação física para lutadores na Região Norte, realizado em Manaus-Amazonas.

Alguns indícios apontam que o ritmo diário (denominado pela nomenclatura científica de ritmo circadiano) pode interferir sobre o desempenho de força muscular. Desse modo, a temática nos interessa, pois boa parte do treinamento de alto nível de lutadores tem como base o treinamento de força. Assim, reproduzimos adiante os principais trechos de um artigo recente (revisão de literatura) abordando esse tema.


Leandro Paiva



Possíveis efeitos do ritmo circadiano sobre o desempenho da força muscular

Autores: Carine de Oliveira Pedroso & Eduardo Ramos da Silva

Fonte: Revista Digital EFDeportes - Buenos Aires - Año 15 - Nº 146 - Julio de 2010

Introdução

As oscilações das funções fisiológicas do organismo que ocorrem ciclicamente ao longo do dia têm despertando interesse no campo esportivo, devido à influência no desempenho dos atletas. A escolha do horário do dia para treinar pode afetar diretamente o rendimento físico, sendo que o corpo sofre variações nas atividades fisiológicas durante as 24 horas (REILLY, 1990; WINGET et al., 1985).

A importância de conhecer a interferência dos ritmos circadianos na performance atlética e o momento em que o organismo apresenta um maior rendimento podem vir ajudar muitos treinadores e técnicos a evitar resultados não satisfatórios nas competições, assim desenvolvendo treinos em horários adequados para os atletas, possibilitando uma maior qualidade na resposta as cargas de treino.

Segundo Reilly et al. (2003), os ritmos circadianos também chamados de ritmos diários, se referem ao período de 24 horas e controlam muitas atividades fisiológicas do organismo, podendo influenciar positivamente na performance atlética.

O controle do ritmo circadiano sobre as variáveis fisiológicas é dado por um sistema de temporização circadiana (STC) conhecido como relógio biológico. Através da oscilação regular de seus estímulos neurais, o relógio biológico promove a ritmicidade circadiana, antecipando e preparando o organismo para a possibilidade de uma mudança sistemática, seja ela externa ou interna (MARQUES e MENNA-BARRETO, 2003).

Dependendo do horário do dia, alguns indivíduos podem não responder ao exercício planejado, pelo fato de o organismo apresentar naquele momento alterações fisiológicas ligadas com a temperatura corporal, a secreção de alguns hormônios e também com o nível de motivação.

Winget et al. (1985) descrevem que vários são os fatores que podem influenciar a variação circadiana do desempenho atlético, entre eles se destacam a motivação, a estresse psicológico, a luminosidade e temperatura, nível de treinamento, sono, altitude, hora das refeições e tipo de alimentação, idade, sexo e viagens transmeridionais.

Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi investigar os possíveis efeitos dos ritmos circadianos sobre o desempenho na produção de força, buscando mostrar as diferentes variações fisiológicas que ocorrem ao longo do dia, a fim proporcionar um conhecimento aos profissionais que trabalham com exercício físico, atletas e pessoas praticantes de atividade física.

Ritmos circadianos

A cronobiologia é a ciência que investiga as alterações do tempo nas variáveis fisiológicas e dirige seu entendimento as manifestações da vida e aspectos do comportamento humano (ATKINSON e REILLY, 1996; REILLY et al., 2003)

Os ritmos biológicos podem ser definidos como as mudanças cíclicas que se repetem em um determinado tempo, estando relacionados com os processos fisiológicos (MINATI et al., 2006). Os ritmos podem ser classificados em circadianos, associados com o dia solar, que se referem às variações que se repetem a cada 24 horas, ultradianos com menos de 24 horas e infradianos com mais que 28 horas (REILLY et al., 2003).

Os ritmos circadianos controlam grande parte das funções fisiológicas do organismo, assim como o desempenho físico e persistem quando um indivíduo está isolado das flutuações ambientais. (MELLO et al., 2005; ATKINSON e REILLY, 1996). Algumas funções fisiológicas, como a frequência cardíaca, temperatura corporal e secreção hormonal mudam ciclicamente de acordo com o dia solar, com valores máximos e mínimos ocorrendo em horários diferentes ao longo do dia (REILLY, 1990).

Através da oscilação regular de seus estímulos neurais, o relógio biológico promove a ritmicidade circadiana, antecipando e preparando o organismo para a possibilidade de uma determinada mudança sistemática, seja ela ambiental ou interna (MARQUES e MENNA-BARRETO, 2003).

A regulação dos ritmos circadianos é dada pelo nosso relógio biológico central, localizado no núcleo supraquiasmático (NSQ), que é um grupo de células localizadas no hipotálamo, que controla a duração dos processos de uma complexa série de ritmos biológicos, impondo um horário ao que devem ajustar-se os diferentes sistemas do organismo, sendo que a luz é capaz de sincronizar a produção endógena do ritmo da melatonina pelo NSQ em exatamente 24 horas (WEINECK, 2005; ZISAPEL, 2001).

Em seu estudo Miyazaki et al. (2001) explica que o exercício físico pode acelerar o deslocamento de fase de alguns marcadores biológicos, com a liberação do hormônio melatonina, demonstrando uma relação direta com os marcadores relacionados ao ciclo sono-vigília.

Força muscular e fatores intervenientes

A força muscular é um dos componentes principais e essenciais num programa de treinamento físico, pois contribui tanto para a melhora da aptidão física relacionada à saúde, favorecendo um aumento da capacidade funcional, quanto para o aprimoramento do condicionamento de atletas. Esta qualidade física pode ser definida como sendo a capacidade máxima de um músculo ou grupo muscular especifico de exercer tensão, sendo caracterizada em termos de resistência levantada (ACSM, 2007).

A produção de força depende diretamente de fatores neurais, estruturais, hormonais e até mesmo psicológicos e os estímulos para o ganho de massa muscular ocorrem através do treinamento de força e estão relacionados com a intensidade, volume, intervalo, velocidade e frequência de treino.

O desenvolvimento da força muscular envolve mecanismos de adaptações neurais e morfológicos do sistema neuromuscular, sendo que o ganho de força nas etapas iniciais do treinamento é obtido através de adaptações neurais e após esse período, a contribuição é de fatores morfológicos, havendo diminuição da ativação neural (BARROSO et al., 2005; MORITANI e DEVRIES, 1979).

Em resposta ao treinamento de força, ocorrem as seguintes adaptações musculares: hipertrofia das fibras musculares, aumento da área de secção transversa do músculo, aumento dos estoques de fosfocreatina e de glicogênio, aumento da capacidade glicolítica, maior capacidade de suportar exercícios de alta intensidade, diminuição da densidade mitocondrial e melhora da capacidade de tamponamento muscular (MAUGHAN et al., 2000).

A contribuição de cada um desses fatores pode variar dependendo do tipo de treinamento ou da intervenção experimental, além do tipo de músculo e dos indivíduos estudados (ASTRAND et al., 2006).

Weineck (2005) descreve que diferentes fatores são determinantes no desempenho da força muscular entre eles podem-se destacar a seção transversa da fibra muscular, a estrutura muscular, os tipos de fibras musculares, obtenção muscular de energia, comprimento da fibra muscular e ângulo de tração, motivação, sexo, idade e ritmos circadianos, influenciados pelo período do dia.

Possíveis efeitos dos ritmos circadianos sobre a força muscular

Dentre os fatores intervenientes que podem interferir no desenvolvimento da força muscular podemos destacar a influência dos ritmos circadianos, também chamado de ritmo diário.

Embora não totalmente esclarecido, o NSQ também pode atuar como um mecanismo de regulação em variáveis relacionadas ao desempenho físico, como o da força muscular. A associação da força com a variação da temperatura corporal tem sido investigada, uma vez que o pico do desempenho tem se verificado próximo ao valor máximo da temperatura corporal (WATERHOUSE et al., 2005).

Considera-se que o controle do ritmo da força seja endógeno, pois o mesmo persiste durante a privação do sono, se ajusta a mudanças no regime sono-vigília e mantêm relação com outros ritmos fisiológicos, como o da temperatura corporal e do cortisol (COLDWELLS et al., 1994; ATKINSON e REILLY, 1996; REILLY et al., 1997).

No decorrer do dia o organismo sofre oscilações fisiológicas podendo interferir na capacidade de produção de força, já que várias funções orgânicas exibem uma ritmicidade (MELLO et al., 2005). O exercício físico realizado em diferentes períodos do dia pode influenciar no aumento da temperatura corporal e se for realizado no turno da noite pode atrasar a liberação da melatonina, sendo que o deslocamento de fase pode ser influenciado pela intensidade e duração do exercício, levando em consideração se o indivíduo é ativo ou sedentário (REILLY et al., 2003; BUXTON et al., 1997).

Há evidências que a capacidade de desempenho é maior no período da tarde e início da noite quando a temperatura central e o metabolismo são próximos dos valores de pico (REILLY et al., 2003). A capacidade funcional do músculo humano sofre efeitos durante o dia, considerando que a força muscular máxima está associada com aumentos da temperatura corporal (GIACOMONI et al., 2005).

Racinais et al. (2005) investigaram os efeitos da temperatura corporal em processos de contração muscular em 11 indivíduos do sexo masculino realizando máxima contração isométrica dos extensores do joelho, os resultados mostraram uma interação da hora do dia e de condições ambientais sobre a força muscular em relação à atividade eletromiográfica, influenciadas por um ambiente moderadamente quente.

Reilly et al. (2003) explicam que a força muscular independente do grupo muscular ou da velocidade de contração, atingindo seu pico no início da tarde. Esses autores relatam em um de seus estudos que o ritmo na força de agarre isométrica tem seu pico entre as 14 e as 19 horas, com uma amplitude de aproximadamente 6% da média das 24 horas.

Deschenes et al. (1998) avaliaram as influências da hora do dia sobre o desempenho muscular e as respostas fisiológicas ao exercício de resistência. Dez sujeitos não treinados participaram do estudo, onde foram submetidos a um protocolo de exercício de resistência realizado em um dinamômetro isocinético com esforço máximo nos horários das 8h00, 12h00, 16h00 e 20h00. Os resultados demonstraram oscilações significativas no pico de torque, potência média, trabalho máximo em uma única repetição, sendo que se manifestou apenas na maior velocidade de movimento do membro utilizado.

Em outro estudo de Deschenes et al. (2002) onde foram avaliados dez homens idosos, com o objetivo de investigar a variação circadiana do desempenho muscular durante os exercícios resistidos e as respostas fisiológicas ao estímulo, os resultados mostraram que não houve variação significativa no desempenho muscular nos quatro horários examinados (8h00, 12h00, 16h00 e 20h00). A única exceção foi na flexão de joelho da perna direita na mais rápida velocidade. Em relação ao pico de torque foi significativamente menor as 8h00 e maior as 20h00 do que em relação aos outros horários.

Minati et al. (2006) descrevem que a maioria dos ritmos do desempenho físico atinge um platô entre os horários das 12:00 e as 21:00 horas, sendo que ocorre o declínio entre as 3:00 e as 6:00 horas. Em seus estudos Reilly et al. (1990) descrevem que há dois picos de força durante o dia, um no final da manhã e outro ao final da tarde e início da noite. Um exemplo disso, foi em um estudo que mediu a força isométrica dos extensores do joelho durante o dia, sendo que foram encontrados dois picos diurnos, um no final da manhã e outro no final da tarde (REILLY et al., 2003).

Em outro estudo, Wyse et al. (1994) avaliaram a força de contração isocinética concêntrica máxima do joelho em três momentos diferentes do dia (entre 8h00 e 9h00, 13h00 e 14h00 e 18h00 e 19h30), nas velocidades de 60º e 90º por segundo, no qual participaram nove indivíduos fisicamente ativos, sendo que os resultados mostraram a presença do efeito do dia com valores mais altos observados no final do dia, entre 18h00 e 19h30.

Souissi et al. (2002) em seu estudo avaliaram potência de pico anaeróbia (teste de Wingate) e torque máximo de extensão joelho, onde sete sujeitos treinaram somente no período da manhã e sete somente no período da noite e os resultados mostraram que antes do treino, nos dois grupos, o torque máximo e a potência anaeróbia foram significativamente maiores no período da noite, sendo que após o período de treinamento regular não houve diferença significativa no pico de torque e potência anaeróbia entre a manhã e a noite para o grupo do que treinou no turno da manhã. Já o grupo que treinou a noite, o pico de torque e potência anaeróbia foram maiores a noite do que no período da manhã.

Todos esses resultados diferem dos encontrados anteriormente por Cabri et al. (1988), onde não identificaram variação circadiana da força de contração máxima durante a contração isocinética concêntrica e excêntrica do joelho nas velocidades de 60º e 90º por segundo, em voluntários fisicamente ativos.


Conclusão

A variação e a influência dos ritmos circadianos sobre o desempenho atlético pode fazer diferença em nos resultados competitivos, já que os componentes fisiológicos atingem seu pico em horários diferentes do dia.

Vários estudos citados acima mostram que a maior taxa de desempenho de algumas capacidades físicas, especialmente da força muscular estão relacionados com o aumento da temperatura corporal, entretanto, existem a influência do ciclo sono-vigília, idade e sexo, das variáveis fisiológicas que apresentam horários de picos diferentes, da motivação, horário de alimentação e outras interações do meio que podem influenciar diretamente o desempenho e seus resultados.

A partir dos estudos realizados nessa área, observou-se que alguns dos componentes do desempenho, tais como força muscular e potência anaeróbia, atingem seu pico no período da noite, mantendo uma relação com a temperatura corporal, já que essa apresenta o valor máximo nesse turno.

Assim, são necessários mais estudos que avaliam a influência dos ritmos circadianos sobre a capacidade de desempenho, contribuindo assim, para um melhor entendimento sobre esse tema.

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