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Lutadores receberão milhões de patrocínio?





O esporte brasileiro recebe um auxílio precioso para crescer em modalidades que são pouco apoiadas em seu próprio território. No Programa Petrobras Esporte e Cidadania será investido uma verba de R$ 265 milhões em atletas do boxe, esgrima, taekwondo e levantamento de peso, tradicionalmente conhecidos por suas dificuldades em treinar e participar das principais competições.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareceu à apresentação do projeto, porém nem sequer discursou ou concedeu entrevistas aos jornalistas. De qualquer forma, pôde perceber a satisfação dos representantes de esportes que vinham carentes no país e agora serão patrocinados pela Petrobras.

"Estão estendendo a mão aos que precisam, não é uma decisão fácil. Todos aqui não têm acesso a patrocínios. Normalmente, só é dado apoio aos atletas que ganham", exaltou o presidente da Confederação Brasileira de Levantamento de Peso, Ricardo Mesquita Calmon.

O ministro do Esporte, Orlando Silva, seguiu a mesma linha de discurso e destacou que o planejamento do governo desde 2003 é abrir as portas para atletas que encontram dificuldades em treinos e estrutura. Aliás, muitos dos representantes do boxe, esgrima, taekwondo e levantamento de peso conseguem sobreviver porque não vivem exclusivamente do esporte.

"Esse projeto é parte da estratégia que o Brasil persegue para estimular a política de todos os esportes. Completamos três anos da Lei de Incentivo Fiscal e já foi investido um valor de R$ 240 milhões em diferentes esportes", ressaltou. "Essas são as modalidades que mais precisam", emendou.

A verba de R$ 265 milhões será investida em duas frentes: R$ 100,5 milhões a atletas de alto rendimento, visando a evolução imediata das modalidades, e R$ 164 milhões na revelação de novos talentos, com a construção de sete Centros de Treinamentos espalhados por todas as regiões do país.

"Esse programa se baseia no planejamento desse período, mas não esquece o amanhã. Se por um lado vamos melhorar as condições dos atletas que já disputam competições, também abrimos o leque para o esporte educacional. O objetivo é atingir até 18 mil estudantes. Eu acho difícil, mas gostaria de chegar até 17.999", brincou o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli.

As verbas relacionadas a esporte de alto rendimento serão administradas pelo Instituto Passe de Mágica, da ex-jogadora de basquete Paula. Desta forma, ela será a responsável por distribuir o dinheiro às Confederações e também prestar contas.

"Eu me preparei dez anos para isso, trabalhando no Centro Olímpico e realizando cursos", afirmou Paula, que terá a ex-jogadora de vôlei Ana Moser como parceira, cuidando dos investimentos no esporte educacional.

Gafe - Se Lula saiu em silêncio do evento, o presidente foi um dos alvos do momento mais hilário do dia. O protagonista: Orlando Silva, que fez uma brincadeira com Diogo Silva, medalhista pan-americano no taekwondo, e acabou atingindo outras pessoas. "Sei que você terá de cortar o bigode e a barba porque faz parte das forças armadas do nosso país. Lá não pode, é lugar de gente séria", disse o ministro Orlando, sem lembrar da "barba presidencial".

Fonte: http://esportes.terra.com.br/

2 comentários:

  1. Minha humilde opnião,
    O caminho a ser seguido no Brasil é investir na educação física escolar e desporto em universidades, para que sejam detectados talentos, onde possam ser levados aos centros de treinamento específicos construídos pelo governo. É necessário que tanto nas escolas como nos núcleos e universidades existam profissionais capacitados e bem remunerados. As confederações devem estar interligadas para auxiliar nesse processo e encaminhar os atletas se necessário aos respectivos núcleos, caso não sendo em sua região havendo um incentivo financeiro do governo. Outra linha de ação é utilizar a ciência e tecnologia do treinamento a favor do atleta, assim colaborando com seu planejamento e preparação dos mesmos, onde exista a interação entre treinador, avaliadores (pesquisadores) e profissionais de áreas afins, porque nada adiantaria; avaliar, medir, testar, de forma isolada. No caso dos atletas, devem receber bolsas para que possam realmente serem atletas, já que o incentivo de empresas privadas ainda é muito pouco para abranger todos os esportes.
    Vagner Pinheiro,Fortaleza/CE

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  2. Obrigado pela contribuição Vagner.

    Grande Abraço.

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