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Lesões no MMA



Não importa se é iniciante, intermediário ou atleta de elite. Infelizmente, no caso de lutas, especialmente no MMA, a principal pergunta a ser respondida não é “se” o atleta vai se lesionar, mas “quando” isso vai ocorrer.

Dentre as principais lesões que podem acometer o lutador de MMA, em diversos estudos foi observado que a laceração ocorre com grande incidência. Laceração é uma lesão com sangramento resultante de corte da pele até o tecido subcutâneo, decorrente de golpe traumático – soco, chute, joelhada, cotovelada, etc. Na face, geralmente ocorre maior incidência nos lábios e olhos. Nesse contexto, vale ressaltar que golpes com o joelho e cotovelo (“joelhada” e “cotovelada”, respectivamente) podem produzir cortes mais profundos do que socos

Não são raros os casos no MMA em que a luta é interrompida caso haja sangramento de um dos atletas. Caso o sangramento seja excessivo e persistente, o lutador pode até ser declarado perdedor por ser considerado incapaz de prosseguir no combate. Essa medida visa preservar a integridade física dos atletas. Esse foi o motivo alegado pelos juízes na primeira derrota no MMA do lutador russo Fedor Emelianenko.

O juiz, em consenso com o médico do evento, pode interromper o combate caso haja sangramento excessivo se:

(a) Fornecer vantagem desleal para o adversário;

(b) A origem do sangramento for corte profundo, podendo causar danos irreparáveis;

(c) O lutador continua recebendo golpes contundentes pelo adversário no mesmo corte, em todos os rounds.

Cortes profundos são perigosos, pois podem requerer cirurgia plástica, internação hospitalar, antibióticos intravenosos e dreno pendurado no ferimento durante alguns dias.

Para amenizar ou interromper o sangramento, algumas estratégias utilizadas há muitos anos por médicos de boxeadores profissionais devem ser consideradas no MMA. São abordadas em profundidade no livro Pronto Pra Guerra.

Adiante segue material audiovisual contido no Canal Pronto Pra Guerra, ilustrando as temíveis lacerações que ocorrem no Mixed Martial Arts.


Leandro Paiva



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Preparação Física p/ Mixed Martial Arts


Segue material contendo farta quantidade de exercícios de preparação física enfatizando atletas de MMA. Foi publicado hoje no Canal Pronto Pra Guerra. Somado aos outros já publicados neste Blog consegue ampliar a quantidade de exercícios que podem ser selecionados pelo preparador físico do atleta. A chave é adaptar às necessidades do lutador, ou seja, individualidade biológica e especificidade.


Leandro Paiva



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Crioterapia para lutadores




Água e gelo. Parece simples, mas especialistas garantem que a crioterapia traz benefícios para lutadores. O termo crioterapia significa "terapia pelo frio". Qualquer tipo de uso do gelo ou de aplicações com frio cujos objetivos sejam terapêuticos é, assim, crioterapia. Em suma, é a aplicação terapêutica de qualquer substância ao corpo, resultando numa retirada do calor corporal e, por intermédio disso, redução da temperatura tecidual.

Alguns autores afirmam que adicionar ao gelo uma pequena quantidade de sal parece aumentar os efeitos fisiológicos da crioterapia. No livro Pronto Pra Guerra, abordamos o tema em profundidade, somado a outras técnicas bem empregadas para acelerar a recuperação de atletas de elite de modalidades de combate.

Mania entre atletas brasileiros, é comum ver Rodrigo Minotauro e Demian Maia imersos nas águas geladas após fortes sessões de preparação técnico-tática ou física. O preparador físico Rafael Alejarra, asseverou anteriormente em matéria publicada na Revista TATAME: “O benefício mais perseguido da crioterapia é o efeito analgésico que ela propicia, de forma localizada, sem a utilização de agentes farmacológicos”.

A terapia utilizando o frio não cura nenhuma enfermidade; contudo, supostamente, constitui ferramenta valiosa que auxilia no tratamento de várias patologias ortopédicas e neurológicas. Quando aplicada adequadamente, parece reduzir o espasmo muscular que acompanha a hérnia de disco, lombalgias, cervicalgias, sintomatologia dolorosa e problemas articulares.

Na literatura científica, apesar de não haver material vasto sobre o tema confirmando seus resultados e o que tem publicado ser inconclusivo, alega-se que os principais efeitos fisiológicos são: anestesia, redução da dor, redução do espasmo muscular após treino intenso, relaxamento, mobilização precoce, melhora a amplitude de movimento, redução do metabolismo, redução da inflamação, redução do edema, quebra do ciclo dor-espasmo-dor, etc.

Para finalizar este artigo, segue adiante um vídeo no qual o lutador do UFC, Demian Maia, experimentou o recurso antes de uma luta, e, aparentemente, aprovou: “Esse método é excelente. Depois de fazer a imersão, você sente um pouco de frio, mas depois toma um banho quente e sente a musculatura bem relaxada”, alegou.


Leandro Paiva




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Associação Médica tenta banir o MMA





Associação Médica do Canadá tenta banir MMA do país e reabre polêmica.

Com a popularização do Mixed Martial Arts - MMA (Vale-Tudo), cada vez mais a medicina esportiva vem voltando suas preocupações para possíveis danos aos praticantes da modalidade e nesta semana, um novo capítulo foi aberto nessa questão. Durante reunião, a Associação Médica do Canadá (AMC) propôs o banimento do esporte do país.

De acordo com os 250 médicos da terra de Georges St-Pierre, campeão do UFC e uma das lendas do MMA, que estiveram no encontro realizado em Niagara, o esporte coloca os lutadores em “risco de severos traumas na cabeça e outros tipos de lesões que podem perdurar pela vida toda dos atletas”.

Ainda segundo documento divulgado após a reunião da associação especializada do país, “no MMA, diferentemente de outros esportes como hóquei ou esqui, a intenção dos participantes é tornar o seu oponente incapaz de reagir”.

O pedido dos médicos canadenses reabre a polêmica sobre os perigos da prática das artes marciais mistas. “Estou muito feliz que essa decisão foi aprovada. O que é certo cresceu e o consenso foi forte”, disse o médico Gordon Mackie, autor da ideia.

Do outro lado, os defensores da modalidade alegam que não há comprovação histórica de possíveis lesões a longo prazo para os praticantes. “Nessa postura falta evidência e corroboração médica, além de ter a inclusão de preferências pessoais e insensibilidades na regulação do esporte”, criticou o médico Johnny Benjamin, especialista em MMA e colunista do site norte-americano MMA Junkie.

“Como médicos, temos uma responsabilidade enorme, mas tentar regular o esporte levando em conta supostas intenções dos atletas não faz parte do juramento de Hipócrates”, completou o médico, que lembrou que os riscos das lutas são os mesmos do hóquei, esporte mais popular do Canadá.

Esse não é o primeiro embate da AMC contra as lutas. A entidade já tinha começado, em 2001, uma campanha contra o boxe e repete o esquema, agora contra o MMA.

O pedido de banimento também vem dez dias depois de a província de Ontário, a maior do Canadá, liberar eventos de vale-tudo a partir de 2011. Agora, sete dos dez estados do país já permitem disputas de artes marciais mistas.

Futuro do MMA no Canadá

Caso esse pedido de banimento seja aprovado no país, ele seria um grande golpe contra a modalidade no país. Além de ter um dos maiores lutadores de todos os tempo - GSP já detém o cinturão dos meio-médios desde 2007 -, o Canadá é apontado pelo UFC, maior evento de MMA do mundo, como um dos principais mercados para expansão.

O Ultimate já passou quatro vezes pelo país, que tem os dois maiores públicos da história do torneio: 21.451 pessoas no UFC 97 e mais 21.390 no UFC 83, ambos em Montreal. Além disso, mais 17 mil pessoas assistiram cada uma das edições 113 e 115 no país.

Ciente do potencial do público canadense, o UFC inaugurou um escritório próprio em Toronto, em maio deste ano, e revelou a intenção de ter até três eventos principais por ano no país.

PROBLEMA MÉDICO PREOCUPOU O BRASIL

Uma das potencias do MMA, o Brasil já se viu envolto em um drama médico com um lutador do país. Em março desse ano, Thiago Pitbull foi proibido de lutar por conta de uma lesão cerebral, detectada em exames obrigatórios. Depois foi constatado que era um problema congênito, mas foi o suficiente para e discussão ser levantada.

Na época, a reportagem do UOL Esporte procurou especialistas que explicaram a situação. “Este tipo de prevenção é mais um controle de danos e da saúde do que uma garantia de segurança, porque isso não impede o lutador de receber um golpe mais perigoso, esteja ele íntegro ou não. O importante é que ele possa entrar zerado para lutar”, explicou Marco Aurélio Cunha, médico e superintendente do São Paulo.

“Este quadro mais intenso, no entanto, é o que é menos comum, que pode chegar à morte. Mas, ele pode resultar na demência pugilística, com um quadro parecido com o do Alzheimer, ou no mal de Parkinson. São microtraumas acumulados durante a carreira”, disse o neurologista Clóvis de Oliveira Guedes.

Lutadores do UFC contam que o torneio preza muito pela integridade física de seus atletas e que grandes alertas são exageros. “Hoje, o UFC e as confederações protegem muito o atleta. Você é obrigado a fazer exames de cabeça para estar apto a lutar. Se o cara está lutando, é porque ele está apto a isso”, explicou Maurício Shogun, campeão dos meio-pesados.

Fonte: http://esporte.uol.com.br
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Jogos Olímpicos de 2012: Inovação em Modalidade de Combate



Segundo publicação no site do Comitê Olímpico Brasileiro - COB, uma atleta de modalidade esportiva de combate foi a primeira dentre todos os esportes incluídos nos Jogos a utilizar alta tecnologia em seu treinamento. Natália Falavigna, medalhista olímpica de Taekwondo utilizou a Análise Cinemática, caracterizada pelo estudo dos movimentos em vídeo.

Nesses estudos são utilizados um ou mais sistemas de informação. De modo geral são constituídos de várias câmeras de vídeo que possibilitam realizar avaliações em 2D ou 3D. Após a filmagem o movimento é digitalizado e quantificado por meio de softwares específicos.

Vale lembrar que a cinemática trata da geometria do movimento em relação com as forças que causam esse movimento. Sucintamente: o deslocamento é o meio pelo qual o movimento é medido. Já o movimento de deslocamento representa uma mudança de posição no espaço (linear ou angular).

O Departamento de Ciência do Esporte do COB inaugurou essa tecnologia como mais uma ferramenta de apoio às Confederações e atletas brasileiros visando desempenho máximo nas competições.

Depois de uma cirurgia no joelho, após lesão que sofreu em janeiro deste ano, Natália retornou aos treinamentos utilizando o novo recurso. Desde semana passada, está sendo avaliada por intermédio do software denominado "Dartfish", que grava seus golpes em vídeo. Com as imagens, Natália pode assistir aos detalhes dos movimentos junto com seu treinador, Wallaci Aires, e corrigi-los para o aperfeiçoamento. A Análise Cinemática será realizada nos treinos da atleta duas vezes por semana até os Jogos Olímpicos de Londres - 2012.

"Foi muito legal incluir este software no meu treinamento. Podemos ver cada detalhe dos movimentos, fazer pequenas correções que seriam impossíveis a olho nu e buscar a perfeição dos golpes. Estou cheia de expectativa em relação às melhorias que posso ter dentro da modalidade e assim poder sonhar com uma boa colocação olímpica em Londres", afirmou entusiasmada Natália Falavigna.


Leandro Paiva
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Mulher sem braços conquista a faixa preta de Taekwondo




Sheila Radziewicz, de Massachussets, nos Estados Unidos, nasceu com uma rara doença. Seus braços não se desenvolveram, e seus joelhos não dobram. Mesmo assim ela treina TaeKwonDo há três anos e está prestes a receber a faixa preta.

“Minha doença nunca me impediu de fazer o que eu quero”, diz Sheila ao Salem News. Diagnosticada com trombocitopenia com aplasia radial, ou Síndrome TAR, ela não tem braços nem consegue dobrar os joelhos por uma deformidade nas rótulas. Mesmo assim Sheila consegue manejar os nunchakus e quebrar placas de madeira com seus potentes chutes.

A lutadora de 23 anos já tem a faixa marrom, e deve conseguir a faixa preta em teste marcado para o mês que vem. A academia de artes marciais Bruce McCorry em Peabody é o local de treino da moça, e o dono da academia diz que nunca teve uma aluna dedicada como Sheila.

Aos 23 anos Sheila conseguiu tirar a carteira de motorista. Ela dirige um carro em que os controles estão nos pés. Ela trabalha prestando assistência a vítimas de violência doméstica. Para alguém que não deveria sobreviver aos primeiros meses de vida e que nunca poderia andar, segundo os médicos, ela está se saindo muito bem!


Rafael Takano
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Preparação Física de Demian Maia


Segue material contendo exercícios de preparação física realizados por Demian Maia visando o UFC 118, ladeado pelo professor Rafael Alejarra. Mais uma vez neste Blog ilustramos a realidade do dia a dia no treinamento de alto rendimento (preparação física) de atletas de MMA - Mixed Martial Arts.


Leandro Paiva


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Dicionário de Artes Marciais


Uma antiga reinvidicação dos leitores deste Blog será realizada por meio deste artigo. Desde o lançamento, me questionaram quando incluíria um dicionário ou mesmo glossário dos principais termos utilizados nas Artes Marciais. O pequeno dicionário que segue foi escrito por José Augusto Maciel Torres, Doutor em Filosofia e Psicologia pela Cambridge International University e faixa preta sexto dan de Karatê. A pretensão é de ser um dicionário rápido e simples, porém de grande utilidade.


Leandro Paiva




A


AGORODAIYU – Respeitado mestre do século XVIII da escola TAISHA RYU.

ABE RYU – Famosa escola japonesa de KEN JUTSU do século XVII

ACUPUNTURA – técnica medicinal de origem chinesa que se baseia no princípio de que o homem é um plágio do universo. Daí somente ter-se-á saúde quando este estiver em harmonia com o universo. Suas bases terapêuticas se fundamenta na caminhada de energia CHI ou KI por determonados caminhos denominados de MERIDIANOS. Existindo nestes uma enormidade de pontos que ao serem trabalhados criarão boas condições psicobioenergéticas ao ser humano. O uso das agulhas é uma das partes de terapia na acupuntura. Visto que esta arte medicinal engloba uma enormidade de outras técnicas.

ADA – (japonês) adversário

AGE – palavra japonesa que pode significar ERGUER ou LEVANTAR

AGE-EMPI – termo nipônico que se refere a um golpe feito com o cotovelo no queixo do adversário.

AGE-OSHI – (japonês) ato de empurrar o queixo pra baixo

AGE-UKE – defesa feita com o antebraço e é muito usado no KARATÊ

AGURA - (japonês) se manter sentado, porém com completo estado de relaxamento e destesionado.

AI – (japonês) o princípio da união de toda a harmonização do universo; HARMONIA.

AIAME – (Japonês) tem o sentido de colocar uma distância simétrica do adversário.

AIDA – (japonês) distância; posição.

AI-IRE-SO-KUATSU – conjunto de técnicas japonesas de reanimação.

AIKIDO – (japonês) estilo de luta fundada pelo Mestre MORIHEI UYESHIBA. Tendo o seguinte significado: AI = HARMONIA / KI = ENERGIA VITAL / DO = CAMINHO.

AIKIDO HOMBU DOJO – grande DOJO em Tóquio onde se mantém firme a tradição do AIKIDO tradicional.

AIKIDOKA – (japonês) aquele que pratica o aikido.

AIKI-HO – (japonês) técnica usada para impedir a força do adversário tomando como vantagem a sua própria força desferida neste ataque.

AIKI-IN-YO-HO – (japonês) a doutrina que visa a harmonia espiritual por meio dos princípios do Confucionismo de CHU HSI.

AIKI-JITSU – (japonês) arte marcial da antiguidade nipônica que se baseava na aplicação de chaves e múltiplas torções dos punhos; criada pelo mestre MINAMOTO YOSHIMITSU, na época KAMAKURA, objetivando usar os princípios do uso da força do adversário contra ele mesmo.

AIKIKAI – (japonês) grande centro de AIKIDO em Tóquio, Japão.

AIKI-KEN – (japonês) manejo da espada.

AIKI-KUATSU – (japonês) método de reanimação cujos princípios são o uso das massagens cardíacas e da respiração boca a boca.

AIKI-OTOSHI – (japonês) método muito usado no aikido com o objetivo de erguer o adversário do chão.

AIKITAISO – (japonês) exercícios feitos com o objetivo de se ter obtenção de calejamentos corporais e completa união do corpo com o espírito, fundamentando-se na respiração, concentração e relaxamento psicossomático.

AINU – (japonês) raça que habitava o Japão antigo, tendo língua particular.

AISHA - (japonês) método usado pelos ninjas para dominar seus prisioneiros.

AITE - (japonês) parceiro ou oponente em competições.

AI-UCHI - (japonês) para o kendo é quando ambos os adversários atingem o alvo ao mesmo tempo; ataque simultâneo de dois contendores.

AKA - (japonês) vermelho

AKA-OBI - (japonês) faixa vermelha, refere-se ao nono e décimo graus no judô.

AKA(SHIRO)-NO-KASHI - (japonês) expressões usadas em competições para designar a vitória do lutador com as faixas de identificação em cores vermelha e branca.

AKIYAMA-SHIROBEI YOSHITOKI - (japonês) nome de um dos codificadores de um dos estilos do jiu-jitsu durante o período feudal nipônico.

AKAIRESUKEN - (japonês) ponto vital existente na parte posterior da perna

ALAYA - (sânscrito) local onde se deposita a consciência.

ALL JAPAN KARATE DO FEDERATION – Federação Japonesa que tem mais de 60 universidades filiadas.

AMAKUNI – mestre japonês que foi considerado como o melhor produtor de KATANAS (espadas) dos anos 70.

AMASHI - (japonês) esquivar de um golpe retrocedendo.

AMIUCHI - (japonês) enrolar pelo interior do braço do adversário e protegê-lo.

ANAZAWA RYU - (japonês) escola de BUJUTSU.

AN PALMOK GECHIO MAKQUI – (coreano) defesa com o antebraço mantendo os punhos cerrados.

AO ANH BI PHAB – (Vietnã) estilo de VIET VO DÃO – luta do Vietnã.

AORI - (japonês) traje para a prática das artes marciais.

ARAKI MUNJISAI MATAEMON MINAMOTO NO HIDETSUNA – mestre japonês que nasceu em 1584 e faleceu em 1637. Tendo sido o criador do ARAKI RYU.

ARAKI RYU - (japonês) escola de Kama, Kusarigama, torite e kogusoku, também chamada de MOROBUDO ARAKIRYU KEMPO.

ARAKI RYU TOORIBE KOGUSOKA – primeiro nome japonês para o Araki Ryu.

ARASHI - (japonês) forte tempestade.

ARATA - (japonês) escola de Jiu-Jitsu surgida no século XVII.

ARIGATO - (japonês) designação para agradecimentos.

ARIMA SUMITO – conceituado mestre japonês de judô.

ARTE MARCIAL – Baseado no nome de MARTE o mitológico DEUS DA GUERRA.

ARTISTA MARCIAL – referência a todos os mestres que ensinam as artes marciais.

ASAHI - (japonês) o sol levante, que simboliza o Japão.

ASHI - (japonês) pé.

ASHI-ATE-WAZA - (japonês) termo usado para o ajuntamento técnico de todas as técnicas com os pés feitas no KARATÊ e no JIU-JITSU.

ASHI-BARAI - (japonês) rasteira; varredura com os pés no judô e também, algumas vezes, usada no KARATÊ.

ASHI-GARAMI - (japonês) chaves de pernas do JUDÔ.

ASHI-GATAME - (japonês) golpe de estiramento na posição sentada no JUDÔ; também compreende uma técnica com chaves usando como auxiliar o enganchamento dos pés.

ASHI-GURUMA - (japonês) golpe no judô que tem uma aplicação circular desferida com a perna.

ASHI-KUBI - (japonês) maléolo.

ASHI-NOTACHI - (japonês) posições onde é de suma importância a colocação dos pés.

ASHI-NOURA - (japonês) sola dos pés.

ASHI-NO-YUBI - (japonês) artelho.

ASHI-UKE-WAZA - (japonês) temos técnico do karatê que reúne as diversas manobras de bloqueios com os pés.

ASARI MATASHICHIRO - (japonês) mestre de NAKANISHI-HÁ ITTO RYU.

ASAYAMA ICHIDEN RYU - (japonês) escola de kendo.

ASURA – (sânscrito) luta hindu.

ATE - (japonês) golpe.

ATEMI-WAZA - (japonês) conjunto de técnicas usadas nas artes marciais japonesas que visam paralisar ou tirar os sentidos dos adversários por meios de técnicas traumáticas.

ATERU - (japonês) acertar.

ATMA - (japonês) vértice ou cume.

ATO-SHIBARAKU - (japonês) tempo de trinta segundos dado antes de terminado um campeonato.

AU - (japonês) ficar frente a frente com o adversário.

AWASETE - (japonês) compor.

AWASETE-IPOM - (japonês) composição em ponto.

AYUMI-ASHI - (japonês) caminhada em marcha. Termo usado para designar os judokas em treinamento nas neves do Japão. Significando ainda o fato de se lutar bravamente sem dar espaço ao adversário.



B




BANDO – arte marcial que tem muita semelhança com o Kung Fu.

BARSILAT – arte marcial da Malásia.

BASAMI - (japonês) tesoura.

BASSAI - (japonês) kata superior no karatê.

BEK-SONG – comando dos bandeirinhas nas artes marciais coreanas.

BI-KIM – (coreano) sinônimo de empate nos campeonatos de taekwondo.

BIL-JI (chinês) golpe com as pontas dos dedos muito usado no estilo wing chung.

BI-JONG – (chinês) posição inicial nas artes marciais chinesas.

BIMYAKU – ponto vital existente na região glútea.

BITEI - (japonês) ponto mortal que se localiza na parte baixa da coluna vertebral.

BO - (japonês) vara comprida.

BODHIDARMA – foi o 28º patriarca do budismo e viveu no templo Shaolin, mais ou menos no ano de 5525 d.C.; neste templo ensinou as técnicas de marcialidades aos monges, criando então as concepções marciais em Shaolin. Possibilitando o surgimento do Kung fu que posteriormente originou as demais artes marciais orientais.

BO-JITSU - (japonês) técnica marcial da origem japonesa que tem como princípio o uso dos bastões como arma.

BOKKEN - (japonês) espada feita de madeira que é muito usada no kendo e no aikido

BOTOKUDEN – sala dos valores marciais criada em 1899 em Kyoto, no Japão.

BRUCE LEE – famoso ator de artes marciais que ajudou em muito, através dos seus filmes, a divulgação do Kung fu no mundo ocidental.

BUDOKA – seguidor dos princípios do Budo.

BU - (japonês) guerreiro.

BUDO - (japonês) filosofia das artes marciais; inclui ainda no Budo a arte da infantaria, cavalaria e uso das armas.

BUDOGI - (japonês) uniforme do Budo.

BUDOKAN - (japonês) uma das famosas escolas de judô no Japão.

BUDOKWAI - (japonês) centro de judô em Londres na Inglaterra.

BUGEI - (japonês) está familiarizado com a marcialidade.

BUJIN - (japonês) cavaleiro.

BUSHIDO - (japonês) caminho ético e filosófico do guerreiro. Representa o código de honra seguido pelos samurais no passado japonês.

BUTSUKARI – forma de treinamento no judô.




C




CANNE – método marcial de origem ocidental que faz uso de bastões e de muitos ataques, esquivas, etc.

CASSOL ROBERT – criador do TAI DO.

CHABI – nome que se dava a uma antiga arte de luta coreana.

CHAI – (chinês) posições básicas dos movimentos do TAI CHI CHUAN.

CHA KUEN PAI – estilo de Kung fu pouco conhecido fora da China.

CHA KUSEN JITSU – (japonesa) para os métodos ninjas para se esconder nos telhados.

CHAN TÃO CHUAN – (chinês) é um estilo de Kung fu e significa: “A ARTE DOS PUNHOS DO CAMINHO DA MEDITAÇÃO”.

CHANG MENN – (Chinês) ponto mortal localizado na extremidade das costelas.

CHANG SAN FENG – mestre e lenda foi o fundador do TAI CHI CHUAN.

CHA RYOT – (coreano) palavra usada no início dos campeonatos e treinamentos de TaeKwondo para que os lutadores fiquem em posição de SENTIDO.

CHAYA TAERYON – (coreano) termo usado no Taekwondo para monge chinês que segundo nos conta a designar combate.

CHEN CHIN DAO – (chinês) espada para uso nas guerras.

CHEN HSUEH – antigo método chinês de aprendizagem dos ataques nos pontos mortais.

CHEN YUAN PIN – famoso mestre chinês que nasceu em 1587 e faleceu em 1674. Segundo alguns historiadores foi o introdutor do kung fu e jiu-jitsu, no Japão.

CHENG CHANG HSING – (chinês) antigo estilo de Tai Chi Chuan que se encontra em extinção.

CHENG CHU – (chinês) série de golpes dos dragões gêmeos.

CHI – termo chinês para designar ENERGIA VITAL. Sendo que todas as técnicas terapêuticas chinesas centram seu trabalho no equilíbrio desta energia. Como exemplo citamos: Acupuntura, Moxaterapia, Chi Kung, Do-In etc.

CHI CHI SAN – (chinês) método antigo de Kung fu que se estendeu pelo século VI a.C.

CHI CHUAN CHÃO – (chinês) termo que denomina uma técnica usado no Kung fu.

CHI CHUNG CHÃO – (chinês) o mesmo que CHI CHUAN CHAO.

CHIAO LI – (chinês) termo que significa ARTE DA LUTA LIVRE.

CHIAO TI – antigo método de luta muito antigo usado pelos soldados chineses.

CHIEN CHAN – (chinês) é a referência ao mestre de Kung fu que preocupa-se em ensinar não somente as técnicas somáticas, bem como a essência espiritual e a meditação aos seus discípulos.

CHIH YU – personagem chinês que, segundo alguns historiadores, foi o inventor da espada.

CHIHO GEIKO – (japonês) visitas alternativas de membros de DOJO com finalidades de treinamento.

CHIKAI RI JITSU - (japonês) arte marcial dos ninjas.

CHIKARA - (japonês) uso da força.

CHIKARA KURABE - (japonês) medir força por meio de competições.

CHIKUJO JITSU – arte marcial que foi muito usada pelos japoneses durante as invasões dos mongóis ao solo nipônico.

CHI KUNG – método chinês de controle de respiração e da concentração, onde a essência está no equilíbrio da energia CHI.

CHILLO – (coreano) golpe ou soco.

CHIN NA – (chinês) técnica de agarramento do kung fu; em alguns lugares este termo é usado para designar o método de defesa pessoal chinesa contra armas brancas.

CHI RUGI – (coreano) golpe desferido com os punhos.

CHOI HONG TI – (coreano) general coreano que nasceu em 1918, na Coréia e foi criador do TAEKWONDO.

CHOKKI – (coreano) técnica desferida com os pés.

CHOY LAY FUT – (chinês) termo que significa honradez e é muito usado no kendo.

CHUAN – termo que em chinês denomina a arte dos punhos.

CHUAN FA – termo que tem o mesmo significado que KUNG FU.

CHUAN SU – (chinês) o mesmo que CHUAN FA.

CHUDAM - (japonês) região que abrange o ombro até a faixa;muito usada para os ataques no karatê e no aikido.

CHUDAM NO KAMAE - (japonês) prontidão para a prática no kendo.

CHUI - (japonês) termo usado para advertir um competidor quando este quebra as regras da competição.

CHUK YOU – (coreano) posição de luta.

CHUNG KUO CHUAN (chinês) estilo de kung fu.

CHUN YUAN YUN – monge chinês também conhecido pelo nome de TSIGENBIN SHIN JEN IN, responsável, segundo as lendas, pelas técnicas básicas originárias do jiu-jitsu.

CHUCK NORRIS – famoso ator e artista marcial americano.

CAPOEIRA – arte marcial brasileira que teve raiz com os escravos negros.




D




DAÍ NIPPON BUTOKUKA – Sociedade Japonesa para os esportes militares.

DAÍ SENSEI – título que significa em japonês: GRANDE MESTRE.

DAN – Em japonês significa grau. É usado para designar os graus dos faixas pretas.

DAN INOSANTO – aluno de BRUCE LEE que foi seu sócio em uma academia nos Estados Unidos.

DAN RYON DAE – (coreano) o mesmo que MAKIWARA em japonês.

DATOTSU - (japonês) golpe do kendo.

DE ASHI BARAI - (japonês) rasteira muito usada no judô e no karatê.

DO – em japonês DO tem dois significados. Um é CAMINHO ESPIRITUAL e o outro é o nome da couraça que se usa no kendo para se ter a proteção do peito; em chinês DO é o termo usado para designar uma espada do Tai Chi Chuan.

DO BOK – (coreano) uniforme de luta do taekwondo.

DOGU - (japonês) equipamento para a prática do kendo.

DOJANG – (coreano) local de treinamento.

DOJO – local de treinamento em língua japonesa.

DO JUDÔ – também chamado de DOJÔ.



F



FANG SAO – este termo também é conhecido em chinês por FONG SAO e tem o significado de MÃO DO VENTO. Foi um estilo de Kung Fu da antiguidade chinesa.

FEY HOK PAI – (chinês) estilo de Kung Fu. FUKUKOSA - (japonês) designa o PLEXO SOLAR.

FUKU SHIKI KUMITE - (japonês) reunião de juízes.

FUNAKOSHI GICHIN – Japonês fundador do Karate Shotokan; nasceu em 1871 e morreu em 1957.

FUSEN SHO - (japonês) vencer sem lutar, fazendo uso dos estatutos de competição.

FUKUDA HACHINOSUKE – famoso mestre de jiu-jitsu que teve como discípulo o mestre JIGORO KANO, fundador do judô.





G




GAESHI WAZA – termo nipônico que significa o conjunto de todas as técnicas de contra ataques e de reações.

GAKKO - (japonês) escola.

GAKUSEI KENDO RENMEI – congregação de todas as escolas estudantis de kendo.

GANKAKU – (chinês) kata de karatê.

GAO TAN MA – (chinês) movimento do tai chi chuan.

GASSHO NO KAMAE - (japonês) posição usada pelos ninjas.

GATAME WAZA - (japonês) aglomeração de todos os golpes de chão no judô.

GEDAN BARAI – defesa para baixo no karatê.

GEDAN NO KAMAE - (japonês) posição do shinai. GEKKEN - (japonês) a arte de lutar.

GERI - (japonês) pontapé.

GI - (japonês) indumentária para a prática marcial. Ex.: judogi, karategi, aikidogi etc.

GO DO - (japonês) caminho da guerra.

GOMEM - (japonês) desculpa muito usada no Japão para atitudes feitas dentro do dojô.

GO NO KATA – método antigo de exercícios para fortalecimento físico e domesticação mental.

GO RI NO SHO - (japonês) significa “TRATADO DOS CINCO ANÉIS”. Sendo o conjunto de instruções marciais.

GOSHIN JITSU - (japonês) método criado baseado no judô, aikido, karatê e jiu-jitsu. Tendo como objetivo a defesa pessoal. Este método foi criado pelo saudoso mestre JIGORO KANO.

GO TI - (japonês) o mesmo que SUMO em japonês.

GOTO TAMAUEMON TADAYOSHI – Mestre japonês que nasceu em 1664 e morreu em 1736 e foi o fundador do DAIDO RYU.



H




HACHI DAN – grau oito em se tratando de faixa preta nas marcialidade nipônica.

HACHI MAKI – termo japonês usado para designar um pano que é usado na cabeça para a prática marcial.

HA-DAN – é o termo coreano usado para a parte baixa que serve como ataque.

HADAKA JIME – técnica do judô usada para estrangular.

HAI DI ZHEN – termo chinês para designar um movimento do tai chi chuan.

HAIRI KATA – refere-se ao termo nipônico que significa conjuntos de métodos que são usados em posições sentadas ou deitadas.

HAKKO RYU – termo japonês que designa uma arte marcial criada no Japão pelo Mestre OBA SACHIYUKI.

HÃO WEI CHE – estilo de TAI CHI CHUAN criado por KUOWEL JIN.

HAJIME –palavra japonesa que significa: INÍCIO DA LUTA.

HAKAMA – (japonês) uniforme que se parece com saia; muito usado na prática do aikido.

HAKUDA - (japonês) que designava um antigo método de luta que tinha semelhanças com o jiu-jitsu.

HAPKIDO – arte marcial coreana.

HARA – termo nipônico que se refere a Barriga. Porém com uma conotação mais psicobioenergética.

HARA KIRI – designação japonesa para o ATO DE CORTAR A ENERGIA DA BARRIGA. No passado foi muito usado pelos samurais objetivando a morte para preservação da honra.

HARA KUATSU – método japonês de massagem de reanimação, muito usada nas artes marciais.

HATA – termo nipônico que designa as bandeiras usadas pelos árbitros laterais.

HEARN, LAFCADIO – renomado escritor e jornalista que escreveu muito sobre o judô e cultura japonesa para língua inglesa.

HEIHO – termo nipônico que se refere ao MÉTODO DO GUERREIRO.

HEYA – escola japonesa dos lutadores de sumo.

HIA HSUBEH – termo chinês que denomina o conjunto de PONTOS VITAIS que ao serem atingidos resultam em paralisação total ou parcial.

HI HON KATANA – método do kendo que faz uso de duas espadas.

HIJUTSU - (japonês) que significa Artes Ocultas.

HIKITATE – (japonesa) treinamento especial nas marcialidades.

HIROI TSUEN – Mestre de KEIJO JUTSU da polícia nipônica.

HISHIRYO - (japonês) dado ao ato de não ser cartesiano; não deixar a mente raciocinar dentro dos padrões mentais onde procuramos lógica para tudo.

HOGEN MONOGATARI – obra literária denominada HISTÓRIA DA GUERRA DE HOGEN, que coloca em evidência as guerras no período KAMAKURA.

HONCHO GU GEI SHODEN – escritos nipônicos sobre a marcialidade no Japão. Tendo estes sido feitos por SHIGETAKA HITAKI, durante o período SHOTUKO (1711-1715).

HOUBU DOJO – Centro Mundial do Aikido que é sediado em Tóquio, no Japão.

HSING I – estilo interno de Kung Fu. HUNG GAR – estilo de Kung Fu.

HYONG – (coreano) forma de luta. Em japonês é chamado de KATA.



I




IAIDO – treinamento do kendo, onde existem diversos movimentos com a espada, mesclando de filosofias e essências espirituais.

IAIJITSU – luta japonesa que faz uso da espada semelhante ao kendo.

IAITO - (japonês) uma espada que não corta e é usada para a prática do iaido.

IGA RYU – uma escola japonesa de formação de ninjas. I HO CHUAN – estilo de Kung Fu.

IKAKU RYU – escola marcial criada no século XVII pelo Mestre SHIMIZU TAKAJI.

ILBO TAE RYON – luta em que se usa somente os pés. IPPON - (japonês) significa PONTO EM COMPETIÇÃO. IRISTIMA - (japonês) significa Grito Mortal.

IRON PALM – termo inglês para a PALMA DE FERRO do Kung Fu.

ISOKU RYU – escola japonesa de arte marcial

ISSO MATAEMON – Mestre japonês que fundou o TONSHIN SHINYO RYU.

ISSHIN RYU - (japonês) da escola difusora do KUSARIGAMA JUTSU durante o século XV.

ITATSU RYU – escola marcial de origem japonesa criada no século XVII.

ITO KAGEHISA – Mestre japonês que fundou o estilo ITTO RYU. ITOSU KAI – estilo de karatê.

ITOSU YASUSUNE – famosa Mestre de artes marciais de OKINAWA que foi um dos mestres de FUNAKOSHI.

ITTO SHODEN MUTO RYU – termo japonês para designar um estilo de kendo criado pelo Mestre YAMAOKA TESSHU.




J




JARAKU-JI – templo japonês onde se desenvolveram as regras atuais do SUMO.

JEET KUNE DO – (chinês) estilo criado pelo famoso artista marcial BRUCE LEE.

JESS YAI BOK – termo chinês para denominar LUTA LIVRE. JIK CHUNG – técnica do Kung Fu.

JIME WAZA – conjunto de golpes de estrangulamento usado no judô.

JITSU – termo japonês que significa TÉCNICA ou MÉTODO.

JITTE - (japonês) para armas de metal com alças.

JIU-JITSU – este termo também é conhecido como JIU JITSU e é uma antiga arte marcial que deu origem ao judô. Sendo esta arte marcial usada no passado pelos famosos guerreiros nipônicos denominados de SAMURAI.

JONG SAO – é um termo chinês que também é denominado de DJONG SAO e significa o conjunto de 108 técnicas praticadas no estilo de Kung Fu, WING CHUN, fazendo uso de um boneco de madeira.

JOSEKI – denominação japonesa para o LUGAR DE HONRA nas competições marciais.

JOTORI – nome nipônico do atacante que usa bengala ou bastão curto na prática do aikido.

JU – tem o mesmo sentido em japonês da palavra JIU, ou seja: Suave.

JU DAN - (japonês) décimo grau de faixa preta.

JUDIGI - (japonês) roupa de prática no judô. Erradamente chamada de QUIMONO, haja vista que QUIMONO quer dizer em japonês ROUPA DE CASA.

JUDÔ – arte marcial que foi criada no Japão pelo Mestre JIGORO KANO e tem o significado de CAMINHO SUAVE.

JUDÔ-DO – arte marcial criada em 1947 pelo austríaco JULIUS FLECK, baseado no judô, porém sem lutas.

JUTSU – o mesmo que JIU-JITSU.

JUDOKA – o praticante do judô.

JUDÔ_JÔ – termo nipônico para denominar LOCAL DE TREINAMENTO.

JU-NO-KATA – conjunto de formas (kata) existentes no judô.

JIKISHIN RYU – antigo estilo de jiu-jitsu que foi estudado pelo Mestre JIGORO KANO, fundador do judô.

JEE SHIH – um dos monges sobreviventes da destruição do templo de Shaolin na China.

JIEI - (japonês) que significa DEFESA PESSOAL.

JIGORO KANO – fundador do judô; nascido em Kobe, Japão em 28 de outubro de 1860 e falecido em 04 de maio de 1938.

JIKISHINM-KAGE-YU – escola de NAGINATA que foi criada no Japão durante o século XVI pelo Mestre YAMADA HEIZAEMON.

JO SI - (japonês) qualquer fundador de um estilo de Kung Fu.

JU JITSU KYOUSHO – livro de Jiu Jitsu que foi publicado em 1913. JU-GO AWASE – termo nipônico para denominar a dureza e a leveza nas marcialidades.

JYU KUMITE – nome japonês para COMBATE LIVRE.




K




KAESHI-WAZA – conjunto de todas as espécies de defesas.

KAGAMI BIRAKI – nome japonês que é dado a cerimônia do ANO NOVO realizada em Tóquio na sede da KODOKAN.

KAIBARA EKKEN – Mestre japonês que nasceu em 1630 e morreu em 1714; defendia que o KIAI (grito marcial) era a força maior da vida humana.

KA JUTSU – arte marcial japonesa que fazia uso de explosivos e de pistolas.

KAKUSHI – termo japonês usado denominar uma pequena arma que é facilmente escondida.

KAKUSHI JUTSU – arte marcial japonesa em que as lutas são feitas com o uso de pequenas armas que são facilmente escondidas.

KAKATOA ATEWAZA – conjunto de golpes feitos com os calcanhares muito usado no jiu-jitsu.

KAKE-WAZA – conjunto de técnicas do karatê-do.

KALKUTEIJITSU – nome em japonês de um antigo estilo de jiu-jitsu.

KAMA – termo nipônico usado para designar uma arma chinesa que tem muita semelhança com uma foice.

KAMI - (japonês) a parte superior do corpo (linguagem esportiva).

KAMIKAZE - (japonês) que significa HERÓI DE DEUS. Estes ficaram famosos durante a segunda guerra mundial por se tratarem de guerreiros japonesas que se suicidavam em nome do Japão. Descendo em aviões em cima de navios inimigos.

KAMIZA-REI – nome nipônico para denominar a saudação a bandeira pelos participantes em uma competição marcial.

KANO, RISEI – filho do Mestre Jigoro Kano que durante anos preside a FEDERAÇÃO MUNDIAL DE JUDÔ E A ESCOLA KADOKAN.

KANCHI-NUKI – nome dado a uma seqüência de lutas do kendo no qual os combates são feitos em fila, onde os adversários lutam até ter um vencedor fnal.

KAN GEIKO – Treinamento especial feito pelos praticantes de judô da Kodokan, durante o período de inverno no Japão.

KAN GYAKU – nome dado aos que assistem uma apresentação ou campeonato marcial.

KANSETSU WAZA – conjunto das chaves de braços usadas no judô.

KARATÊ – termo nipônico que significa MÃOS VAZIAS. Consiste em uma arte marcial muito popular em todo o mundo.

KARATÊ-GI – roupa usada pelo praticante de karatê.

KARATEKA – praticante de karatê.

KATA – termo japonês para denominar formas características de um estilo.

KATAM WAZA – reunião de todas as técnicas de chão no judô.

KATANA - (japonês) espada comprida usada no passado pelos samurais e na atualidade usada no kendo.

KATASUGI-WAZA – técnica de defesa do kendô.

KAWAISHI, MIKINOSUKE – um dos introdutores do judô na França.

KE - (japonês) usado para determinar a DECISÃO FINAL DO JUIZ EM UMA LUTA.

KEI – nome nipônico de MÉTODO.

KEIKOGI – uniforme para prática de exercícios marciais.

KEMPO – nome que também pode ser chamado de KENPO. Este termo japonês significa KUNG FU CHINÊS.

KENDO – arte japonesa que tem como essência marcial o uso da espada.

KENDOGI – uniforme do kendo.

KENDOKA – praticante de kendo.

KEN JITSU – método originário do kendo; muito usado no passado pelos samurais.

KEN KARU – termo nipônico para denominar o campeão espadachim. KERI-WAZA - (japonês) todos os ataques feitos com os pés no karatê. KESA - (japonês) faixa que é usada pelos monges budistas enroladas no corpo.

KI - (japonês) designa energia vital. Tem o mesmo significado de PRANA para os indianos e CHI para os chineses.

KIAI - (japonês) denomina o GRITO MARCIAL.

KIAIJITSU – nome nipônico de uma antiga arte marcial dos monges budistas japoneses e dos ninjas; esta tinha a finalidade de matar ou paralisar o adversário através da emissão de determinados sons.

KIHAP – termo coreano que tem o mesmo sentido que KIAI.

KIHON – nome coreano que representa os movimentos formais do Taekwondo.

KIME – nome japonês que significa ter plena força no final do golpe.

KIME NO KATA – kata de faixa preta no judô.

KIMONO – nome japonês para ROUPA DE CASA. Sendo erradamente denominada como roupa de luta na marcialidade.

KIRI GAESHI – nome japonês para os exercícios preliminares com o uso da espada no kendo.

KISSAKI – refere-se a ponta da espada no kendo.

KOBUDO –nome japonês que foidado as diversas técnicas de uso das armas nativas em Okinawa.

KODOKAN – escola central do judô, localizada em Tóquio no Japão. Teve sua fundação feita pelo mestre JIGORO KANO.

KOGUSOKO – antigo método de jiu-jitsu.

KO KYU – exercício respiratório japonês que objetiva equilibrar a energia vital.

KONTEI – nome japonês dado as pontas do nunchaku.

KONTOH – nome dado a extremidade do nunchaku onde são prendidas as cordas ou correntes.

KOSHI WAZA – conjunto dos golpes de quadris do judô.

KOTE – nome japonês para proteção de mão do kendo.

KOTE GAESHI – técnica fundamental do aikido que se baseia na torcedura da munheca, seguindo a direção articular.

KRAV-MAGÁ – arte de defesa marcial israelense.

KUBON SURYON – (coreano) técnicas básicas no taekwondo.

KUMAN – (coreano) que também pode ser GUMAN e tem o significado de FIM DA LUTA.

KUMI KATA - (japonês) cerimonial de dobramento e carregamento das roupas marciais.

KUMITÊ – luta livre no karatê.

KUNG CHIA – subdivisão do Kung Fu na China.

KUNG FU – (chinês) significa TEMPO DE HABILIDADE. Este termo é erroneamente usado no ocidente para designar arte marcial chinesa.

KUSARIGAMA - (japonês) arma branca marcial que é uma foice pequena ligada a uma corrente comprida.

KWON – (coreano) diversas técnicas de punho no taekwondo.

KWOON – (chinês) local de terinamento.

KYEK-PA – (coreano) usado para denominar o poder do soco no momento do impacto final.

KYOKUSHINKAI - (japonês) designa um estilo de karatê criado pelo famoso mestre OYAMA; este estilo também é conhecido mundialmente como: KYOKUSHIN e KYOKUSHINKAIKAN.

KYONG-LE – (coreano) saudação.

KYU - (japonês) usada para designar as faixas inferiores a preta. KYUDO – arte japonesa que faz um completo uso do arco e flecha. Esta arte tem toda uma essência filosófica e espiritual. Onde o burilamento espiritual é de suma importância.

KYU SHO - (japonês) pontos mortais existentes no corpo humano.




L




LANG KOANN – nome chinês do ponto vital localizado entre a quarta e a quinta vértebra lombar.

LAO KONG – termo chinês que designa um ponto mortal que se localiza na palma da mão.

LASU HONG KUEN PAI – estilo de Kung Fu.

LEWIS, JOE – famoso Mestre e artista marcial.

LEX SAN PAI KUNG FU – moderna escola de kung que mesclou o karatê e o aikido.

LIN WAN KUNE – termo chinês que é utilizado para denominar uma das técnicas do Kung Fu Shaolin.

LU – nome chinês que representa uma posição e movimentação do tai chi chuan.

LUNG – nome chinês de DRAGÃO.

LI TEI FENG – Mestre chinês que segundo a lenda observou durante uma tempestade que uma palmeira cedia ao impacto das gotas da chuva. Permitindo que a chuva não a destruísse. Notando entretanto que as demais árvores ao seu redor ficavam rígidas ao receberem o impacto das gotas da chuva. Daí eram destruídas. Baseado nisso, foi originada a lenda do nascimento do jiu-jitsu.

LI GAR – estilo de Kung Fu do mosteiro de Shaolin.

LI JUN FAN – nome verdadeiro do famoso artista marcial BRUCE LEE. LIU GAR – Estilo de Kung Fu.

LONG LIÃO – nome vietnamita de nunchaku usado no VIET VO DAO.

LUNG HO PAI – estilo de Kung Fu.

LUNG HUA CHUAN – luta chinesa que surgiu na China no século XIII.




M




MÃE GERI - (japonês) significa: CHUTE FRONTAL.

MÃE TOBI GERI - (japonês) denomina um pontapé frontal saltando.

MAGARI YAKI – lança que tem uma barra cruzada na ponta que serve para o ataque com armas dos adversários.

MA HSUEH – (chinês) conjunto de PONTOS VITAIS do corpo humano.

MAH – (chinês) posições do Kung Fu.

MAKI KOMI WAZA - (japonês) conjunto de todos os golpes de rolar utilizados no judô.

MAKIWARA - (japonês) poste envolto com palha usado para dar pontapés e golpes com as mãos no karatê.

MAKKO HO – (chinês) método de automassagem e ginástica que tem o objetivo de equilibrar a energia vital do corpo humano. Desenvolvendo um pleno equilíbrio psicobioenergético no ser humano.

MANIWA NEN RYU – escola marcial criada no século XVII.

MANRIKI GUSARI - (japonês) arma usada para combater as espadas dos samurais. É uma corrente manejada semelhante ao nunchaku.

MARCO NATALI – famoso escritor brasileiro de artes marciais e filosofias orientais. Escreveu diversas obras sobre Kung Fu, yoga, acupuntura e massagem oriental, muitas delas editadas pelas Edições de Ouro (Editora Tecnoprint).

MASATOSHI NAKAYAMA – famoso Mestre japonês de karatê que fundou a FEDERAÇÃO JAPONESA DE KARATÊ.

MATSHUMAE, SHIGEYOSHI – nascido em 1901 no Japão. Foi co-fundador do BUDOKAN.

MINAMOTO YOSHIMITSU – Mestre japonês criador de AIKJUTSU.

MO HAY – nome chinês de uma arma do Kung Fu.

MON TSUKI – termo japonês para designar um quimono preto. MORAE TONG – nome coreano para saco de areia.

MUAY THAI – arte marcial tailandesa que faz uso de golpes com as mãos semelhantes ao boxe, tem diversos golpes com as pernas e os cotovelos.

MUDJONG – termo chinês que caracteriza um boneco de madeira com alguns braços que é muito usado no treinamento de alguns estilos do Kung Fu.

MYAMOTO MUSASHI – considerado o Mestre dos mestres dos espadachins japoneses. Diz os historiadores que ele foi o responsável pela criação do BUSHIDO, o famoso CÓDIGO DE HONRA DOS SAMURAIS.




N




NAGE-WAZA – conjunto das técnicas de arremesso no judô.

NAGINATA – nome dado a arma usada pelas mulheres nipônicas durante o período medieval. Esta arma se constitui de uma haste de madeira com um prolongamento curvo metálico em forma de lâmina.

NATSU-GEIKO – nome japonês para o tradicional treino do verão no KODOKAN, em Tóquio.

NE WAZA – conjunto de todas as técnicas aplicadas no chão.

NIHON - (japonês) nome do Japão.

NIKIDA BUNGORO – Mestre fundador do HIKIDA KAGE RYU (1537-1606). Considerado o introdutor da SHINAI em treinamento.

NNJA – praticante do ninjutsu (ninjitsu).

NIN-JITSU - (japonês) arte marcial dos ninjas que eram uma classe que não seguia o Código de Honra dos Samurais. O surgimento dos ninjas se deu no Japão na era do SHOGUNTOKUGAWA.

NIPPON – nome japonês para o Japão.

NISHIYAMA, HIDETAKA – famoso mestre de karatê nascido em Tóquio, no Japão.

NITOBE, INAZO – conceituado autor japonês que ficou famoso no ocidente pelas suas excelentes obras sobre os samurais.

NOMI-NO-SUKUNE – fundador do antigo método de JIU JITSU.

NOY MOON CHUIE – técnica do Kung Fu.

NUIE-TOE – termo chinês para denominar a mulher que pratica o Kung Fu.

NUNCHAKU - (japonês) arma marcial que se tornou popular nomundo ocidental graças aos filmes do finado artista marcial BRUCE LEE. É composta de dois ou mais bastões de madeira ligados por uma corrente, cordões de nylon etc. Em chinês o seu nome é LIANG TIEH GUN ou LAN THI KUAN, enquanto em coreano este chamo de YON BOAN.




O




OBI – nome japonês da faixa usada no quimono tradicional do Japão.

OH DO KWAN – Instituto de Ensino do Taekwondo localizado na Coréia.

OKINAWA-TE – (chinês) nome da luta que posteriormente tornou-se o karatê.

ON – (chinês) posição bpasica to tai chi chuan.

OSAE-KOMI-TOKETA - (japonês) usado para suspender um golpe de imobilização.

OYAMA, MASUTATSU – nome japonês do coreano YONGI CHOI, nascido em KINJE na Coréia, em 1923, que foi o fundador do estilo Kiokushinkai de karatê.



P




PA-KUA – estilo interno do Kung Fu.

PA KUA CHANG – estilo marcial chinês que literalmente significa: A ARTE DOS PUNHOS DOS OITO TRIGRAMAS.

PA-TUAN-CHI – (Chinês) significa os oito exercícios básicos praticados para manter a saúde e o bem estar físico feitos no Tai Chin Chuan.

PAHN TAN BIEN PHAP – escola vietnamita de artes marciais que tem como características as esquivas semelhantes ao aikido.

PAI HAO (CHUAN) – estilo do kung fu que tem como características a imitação do grou branco. Também chamado de HOKO-PAI ou HAO-PAI.

PAK MEI TÔO JUNG – monge chinês que sobreviveu a destruição do Templo Shaolin.

PENG – (chinês) posição básica do Tai Chi Chuan.

PENG-CHUAN – nome chinês de uma das cinco formas do boxe HISING-I

PENT JAK-SILAT – luta marcial surgida na ilha de Java e que é muito praticada na Indonésia. Caracteriza-se pelo uso de golpes com os pés e mãos desferindo técnicas traumáticas.

PON-SAO – exercícios de defesa e ataque do estilo Wing Chun de Kung Fu.




Q




QI-GONG – arte que pretende dominar a energia vital proporcionando daí um pleno equilíbrio psicobioenergético ao homem. Trata-se de um estilo marcial interno onde a fundamentação básica está na respiração correta

QUING – (chinês) meridianos da acupuntura.




R




RAHN, ERICH – nome de um famoso lutador de jiu-jitsu que recebeu o título de CAMPEÃO DOS MIL GOLPES DO JIU JITSU. Foi o introdutor do Jiu Jitsu na Alemanha.

RANDORI - (japonês) forma de treinamento no judô.

RENMEI - (japonês) designa FEDERAÇÃO OU ASSOCIAÇÃO.

RENSOKU_WAZA – conjunto das técnicas de contra golpes no judô.

RHEE, JOHN – artista marcial coreano que emigrou para os Estados Unidos e neste país tornou-se amigo e companheiro de treinos de Bruce Lee, além de participar de vários filmes e ter escrito alguns livros sobre artes marciais.

RYU – termo nipônico que significa: ESCOLA OU ESTILO.




S




SHOTOKAN - (japonês) que denomina uma escola de karatê que foi fundada pelo Mestre FUNAKOSHI GINCHIN.

SHUAI-CHIAO – (chinês) luta.

SHURIKEN - (japonês) arma que tem um formato de estrela. Existe uma arte marcial nipônica que tem a denominação de SHURIKEN-JITSU, caracterizando-se por ser uma antiga modalidade marcial japonesa que fazia usos dos arremessos de faca, pontas de flechas e das SHURIKENS.

SI-DAÍ – (chinesa) significa discípulos.

SIFU - (chinês) significa PROFESSOR. Também pode ser SIFUH ou SI BAK FU.

SI-GUNG – (chinesa) mestre do mestre. SIHAP – termo coreano que significa LUTA

SIHAP-KYUCH IK – (coreano) significa AS REGRAS PARA CAMPEONATO.

SI-JO (chinês) usado para designar o criador de um estilo marcial especial.

SIKARAN – nome de uma luta Filipina.

SIL-LUM – denominação cantonesa do termo chinês SHAOLIN. SIWI – demonstração em coreano.

SOKU – (japonês) para designar a PRESTEZA DA MENTE E DA AÇÃO.

SORI – (coreano) doutrina filosófica em essência espiritual.

SUBURI – (japonesa) designa os exercícios do kendo cuja prática são feitas com o SHINAI, a fim de aprender a exatidão dos lances.

SUMÔ – é uma tradicional arte marcial japonesa que se caracteriza por ser o esporte nacional do Japão.

SUMO-TORI - (japonês) lutadores de sumo.

SUN – (coreano) concepção religiosa originária na China que caracteriza a essência do código de honra das artes militares.



T




TACHI-WAZA – nome nipônico que designa o conjunto de todas as técnicas em pé, no judô, bem como designa todas as posições básicas no KARATÊ.

TAEKWONDO – arte marcial coreana, que tem a base dos seus golpes nos pés.

TA-HSIN-CHUAN – (chinês) estilo de KUNG FU do macaco.

TAI CHI CHUAN - (chinês) usada para designar um estilo interno do KUNG FU chinês.

TAI-I (japonês) espada.

TAI-JITSU – termo nipônico que denominou uma arte marcial semelhante ao JIU JITSU existente no passado japonês.

TAI-KAI – (japonês) torneio do KENDO.

TAIZA – nome nipônico do barco usado nas artes marciais japonesas para concentração. O praticante se senta em ZAZEN e coloca as pernas e os pés debaixo do assento.

TAMASHIWARI – (japonês) diversas técnicas de quebramentos de telhas, tijolos, madeiras, etc.

TA MO – nome chinês de BODHIDHARMA.

TAN – (coreano) significa o mesmo que DAN em japonês, ou seja, grau de faixa preta.

TANDEN – (japonês) ponto onde se localiza toda a energia vital (Chi ou ki) do seu humano. Sua localização é dois dedos abaixo do umbigo. O nome em chinês é TAI-TIEN.

TANG-SU-DO – antiga arte marcial coreana.

TANTO-JITSU – uma arte marcial do passado japonês que era uma derivação do JIU-JITSU. Porém tinha como especialidade os golpes com diversas armas brancas orientais.

TATAME – esteiras japonesas confeccionadas com palha de arroz muito usadas nas práticas das artes marciais que tem combates no solo, inclusive o judô.

TCHIA-DSU - (chinês) designa a mesma coisa que KATA, em japonês, ou seja, FORMA DE LUTAS.

TERROR – (alemão) designa o método francês de ataque e de defesa – CLOSE COMBAT.

TE WAZA – (japonês) designa o conjunto de todos os golpes de mãos, de braços, de ombros no judô moderno.

TIEN HSUEH - (chinês) designa o método de atacar os pontos vitais do corpo humano. Em japonês o termo é ATEMI-WAZA.

TI FANG - (chinês) para denominar técnica do TAI CHI CHUAN.

TOBOK – (coreano) para roupa de atividade física.

TOE-DAI - (chinês) nome dado ao discípulo no KUNG FU.

TOKIU-KATA – (japonês) nome do kata personalizado.

TOKIU-WAZA – termo que designa o conjunto das técnicas mais favoritas.

TONFA – (japonês) é usado para denominar uma arma branca nipônica.

TORITE – antiga arte japonesa que era primitiva do JIU-JITSU.

TOSHAO - (chinês) designa uma modalidade do KUNG FU chinês, onde as fundamentações básicas vão dar ao praticante reflexos rápidos e noções de distância, condicionando-o para um combate real.

TSUKI-NAMI-SHIAI – (japonês) designa uma série de lutas que são realizadas mensalmente na KODOKAN.

TUI-SOU – prática a dois do tai chi chuan.




U




UCHI-WAZA – termo nipônico que representa todo o conjunto de técnicas de defesa do karatê-dô.

UKEMI – nome japonês para arte de cair. Exercícios de rolamento usados muito no judô e aikido.

UYESHIBA; MORIHEI – famoso mestre japonês que criou a arte marcial denominada de aikido.



V




VIET-VO-DAO - (chinês) serve para designar o método de luta marcial vietnamita, que possui muita semelhança com o KUNG FU.

VJARAMUSHTI – nome sânscrito de uma antiga arte marcial indiana. Literalmente significa: PUNHO DIREITO ou PUNHO REAL.



W




WADO-RYU – o nome WADO-RYU é a designação de um estilo de KARATÊ criado no Japão por HIRONORI OTSUBA.

WA-JITSU – (japonês) diversos estilos do JIU-JITSU antigo. WA-JUTSU – termo nipônico para designar o processo onde duas pessoas em demonstração se combinam com movimentos harmoniosos e concentrados.

WAKARU - (japonês) a separação no combate de duas pessoas no kendo.

WAZA-ARI - (japonês) meio ponto. Termo usado em campeonatos.

WAZA-ARI-AWASETE-IPPON - (japonês) duas qualificações formadoras de um ponto em campeonatos.

WHU-SHU – (chinês) designa o conjunto de todas as ARTES MARCIAIS CHINESAS. Em alguns lugares vem escrito: WU-SHU.

WING-CHUN – (chinês) literalmente significa: LINDA PRIMAVERA. É o nome de um eficiente estilo de KUNG FU chinês. Também aparece escrito como VING TSUN.

WU – um dos estilos do tai chi chuan, este termo é chinês.

WU-TANG - (chinês) de uma antiga escola de boxe chinês.



Y




YA - (japonês) flecha de de madeira ou bambu.

YABUSAME – designação para o arco e flecha japonês, cuja prática é feito em cima de cavalos.

YAMA-ARASHI – nome nipônico da famosa técnica de judô utilizada pelo Mestre SUGATA SANSHIRO para vencer o KARATÊ.

YAMAGUCHI, GOGEN – nome do famoso lutador de KARATÊ, o “gato”, responsável pela fundação do estilo GOJU-RYU de karatê-dô.

YARI – dardo de arremesso dos antigos samurais. A arte marcial de arremessos dos dardos dos samurais no passado era denominada de YARI-DO.

YIN E YANG – termos chineses para designar a representatividade das dualidades do universo. Sendo que a soma desses dois sigmóides forma um símbolo denominado TAI CHI.

YOSEIKAN - (japonês) escola de KARATÊ.

YUDANSHA - (japonês) designa a categoria dos FAIXAS-PRETAS nas artes marciais japonesas.

YUKA – local de madeira usado para guardar os tatames.

YUKO-UCHI – meio ponto em japonês.

YUSEI-GACHI - (japonês) ser vencedor por superioridade em competição.



Z




ZA-HO - (japonês) sede do kendô.

ZOKO - (japonês) recomeçar a luta.

ZUR KHANEH – arte marcial iraniana.




Referências



- Dicionário de Lãs Artes Marciales; M.Y.J.B. Ory; Ediciones Obelisco.

- Dicionário de Termos Técnicos de Judô; Herbert Velte; Edições de Ouro (EDIOURO).

- Dicionário Ilustrado de Budô; Herbert Velet (Revisado por Marco Natali); Edições de Ouro (EDIOURO).

- Martial Arts-Traditions, History, People; John Corcoran and Emil Farkas: Gallery Books; New Yok (U.S.A)
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Cor vermelha: Implicações para Lutadores



No livro Pronto Pra Guerra apresentamos os resultados de alguns estudos associando as cores do uniforme dos lutadores com a vitória ou derrota em eventos competitivos. Como o assunto rende muito "pano para manga", quando íamos abordar neste blog, nos deparamos com um artigo abrangente escrito por Natasha Romanzoti, no qual sintetizou não só as implicações desportivas associadas ao vermelho como também as possíveis implicações em outros segmentos.


Leandro Paiva


A ciência diz que todas as pessoas deveriam usar vermelho

Autora: Natasha Romanzoti

O vermelho é freqüentemente visto como um sinal de força e paixão, por isso não é muito difícil pensar que uma mulher vestindo rubro pode ser mais atraente para os homens. Pesquisas recentes sugerem, no entanto, que o vermelho não serve apenas para as moças.

Segundo os pesquisadores, o vermelho era normalmente considerado como uma cor sensual só para mulheres. Mas os resultados do estudo sugerem que a ligação entre o vermelho e o sexo também se aplica aos homens.

Mulheres nos Estados Unidos, na Alemanha e na China acharam os homens mais atraentes e desejáveis quando eles foram fotografados vestindo vermelho ou em moldura vermelha do que com outras cores.

Em um estudo similar, publicado em 2008, os cientistas descobriram que vermelho nas mulheres levava os homens a loucura. Então, Tiger Woods, o famoso golfista, já tem uma vantagem com as senhoras, pois aos domingos ele sempre usa uma camisa vermelha.

Seu sucesso no golfe baseado em seus trajes também pode ter alguma base científica. Outro estudo publicado em 2008 descobriu que os árbitros são tendenciosos em favor dos atletas que vestem vermelho. O estudo envolveu competidores de tae kwon do que tenderam a ganhar mais pontos do que seus concorrentes quando exibiam uniforme vermelho ao invés de azul.

Outros estudiosos também descobriram que usar vermelho está ligado a uma maior probabilidade de ganhar em uma variedade de esportes. Os cientistas examinaram esportes de luta nos Jogos Olímpicos de 2004, incluindo o boxe, tae kwon do, luta greco-romana e luta livre. Os competidores foram divididos aleatoriamente com roupas ou equipamento de proteção vermelhos ou azuis. Em 16 de 21 rodadas, os atletas vestindo vermelho venceram.

Segundo os pesquisadores, a nossa percepção do vermelho pode ter uma base evolutiva. Pesquisas passadas mostraram a correlação do vermelho com predomínio do sexo masculino e níveis de testosterona em animais.

Nos humanos, a raiva é associada com a vermelhidão da pele devido ao aumento do fluxo sanguíneo, ao passo que o medo está associado com o aumento da palidez da mesma forma em situações ameaçadoras. Como tal, os atletas podem ter uma reação subconsciente quando vêem adversários vestindo vermelho que os coloca em desvantagem.

O vermelho também pode ter um lado negativo, no entanto. Mesmo uma pitada de vermelho pode ter um péssimo impacto sobre o desempenho em testes, sugere um estudo. Quando os participantes da pesquisa estavam conscientes do “vermelho” antes de um teste ou exame importante, eles associaram a cor com erros e fracassos. Dessa forma, eles tiveram um desempenho pior no teste.
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Vale-Tudo e Capoeiragem



Para quem ainda não conhece o ilustre amigo capoeirista dos mestres Carlson Gracie e João Alberto Barreto, posso apresentar: André Luiz Lacé Lopes. É jornalista e mestre em Administração Pública pela Universidade de Syracuse, em Nova York. Também é mestre de Capoeira. Nos presenteou com um magnífico material no qual contém diversos artigos, fotos, crônicas e vídeos sobre capoeira. Um deles despertou - e muito - a minha atenção. Uma pasta intitulada "Vale-Tudo e Capoeiragem". De lá, pincei a excelente crônica escrita pelo Mestre André Lacé, na qual apresento adiante para os leitores deste blog. Bom proveito!

Leandro Paiva


VALE-TUDO & CAPOEIRAGEM

Autor: André Luiz Lacé Lopes

Pelo telefone, recebo solicitação de entrevista para um "curta metragem" sobre Capoeiragem, Vale-Tudo e Jiu-Jitsu (sobretudo dos Gracie) no Rio de Janeiro.

Interessante projeto de uma equipe francesa. Aceitei, com uma condição, e adiantando que nenhum trabalho deste tipo estaria completo sem entrevistar os Professores Rudolf Hermanny e João Alberto Barreto, sendo, também, aconselhável filmar algumas boas rodas entrevistando os respectivos mestres.

O coordenador dos trabalhos aceitou prontamente minha sugestão e parte da condição que impus: trazer uma boa garrafa de vinho da França e comprar um cohiba no free-shopping de um dos aeroportos, ou do Charles De Gaulle ou do Tom Jobim. A equipe, antitabagista, achou por bem trazer apenas um excelente vinho. O que foi feito, sendo devidamente incorporado à adega da Dra. Arly que, especialista, explicou que o momento pedia vinho branco.

Toda esta história nos proporcionou um final de semana absolutamente extraordinário. Começando na quinta-feira, numa tripla entrevista, comigo, com o Hermanny e com o João Alberto. Hermanny, único capoeirista que lutou (luta de verdade) mais de uma hora com lutador de jiu-jitsu.

Hermanny, membros da equipe de reportagem, André lacé e João Alberto Barreto


João Alberto, que venceu todas as lutas de vale-tudo que fez, fazendo questão de só usar o jiu-jitsu, muito bem aprendido com a Família Gracie. João Alberto teve, também, um interessante confronto com Mestre Artur Emídio de Oliveira, foi árbitro de confrontos entre capoeira e jiu-jitsu e, como psicólogo, é autor de um extraordinário livro sobre Psicologia do Desporto (já fez palestras para mestres de capoeira).

Se quinta-feira foi marcante, sexta-feira não ficou atrás. Para começar havia roda de qualidade por todo Rio de Janeiro! Só no histórico bairro da Lapa, duas grandes rodas, do Quilombo do Mestre Arerê e do Grupo Senzala, na Fundição Progresso. No Méier, Mestre Grilo fazia sua grande roda mensal, e, em Bonsucesso, Mestre Cabide promovia uma roda internacional, com presença do seu amigo Mestre Camaleão (Marseille).

Vejam vocês, depois dos espetaculares lançamentos itinerantes do livro - "Capoeiragem: Expressões de Uma Roda Livre - que Mestre Russo de Caxias (Sr. Jonas Rabelo) promoveu na semana passada, temos uma semana dessa.

Optamos por visitar, até por falta de tempo, apenas duas rodas, a do Mestre Arerê e a do Mestre Grilo. Opção que se mostrou acertada, em que pese a dificuldade no trânsito, pois foi uma verdadeira e rara noite de excelente capoeira. Sendo que, na Roda de Mestre Arerê, a equipe foi surpreendida com uma exuberante demonstração de Tambor-de-Crioula, parente, sem dúvida da capoeira, mas sem relação alguma com vale-tudo. Mas, o fato é que os franceses ficaram absolutamente encantados e, conseqüentemente, com um grande problema nas mãos: como fazer um "curta" com tanta coisa boa gravada?

Guardando as proporções, sinto o mesmo problema neste momento, pois este fim de semana pediria um livro e não apenas uma crônica.

Voltei a defender o que sempre defendo, bem fundamentado e bem intencionado. O que falei está em meus artigos e nos meus livros (que a equipe já tinha lido). Está também no meu site que, finalmente, está no ar.

Professor Rudolf Hermanny. Ao contrário de alguns mestres muito falantes, quase falastrões, Hermanny não é de falar muito. Mas a equipe estava bem municiada, inclusive com o livro que a Universidade Estácio de Sá escreveu sobre ele. O que os capoeiras do Brasil não estão fazendo, os capoeiras de fora farão, ou seja, reconhecer a grande e fundamental importância de Hermanny na verdadeira História da Capoeira (há muito marketing na história fantasiada que corre o mundo...).

Professor João Alberto Barreto tem muita, muita história, e sabe contá-la muito bem. Foi o que fez.

Acompanhou, fora e dentro do ringue a fase áurea da Saga Gracie (os grandes pioneiros dos atuais eventos de Mix Martial Art; já escrevi sobre isto quando visitei, anos atrás, a Academia de Rorion e Royce em Los Angeles). O que significa que João Alberto vivenciou também a evolução da prática do vale-tudo do Subúrbio do Rio e do nordeste que sempre produziu grandes lutadores.

Tanto assim que, bem orientada, a equipe francesa, antes da entrevista em minha casa, praticamente na mesma rua (Leblon/Lagoa), entrevistou o campeão baiano Minotauro (Antônio Rodrigo Nogueira), há algum tempo radicado no Rio, treinando na academia Brazilian Top Team). Foi de João Alberto a frase "Capoeira Regional não ficaria em pé na minha frente mais de dez segundos".

Frase sem intenção de ofender, até porque não é o feitio do Professor Barreto, apenas um alerta sobre a ineficácia dos atuais movimentos e pulos rápidos. Com um opositor bem mais fraco, claro, dará certo, mas com um opositor de categoria, experimentado em outra luta, com resistência para lutar dez, quinze minutos, seria um desastre.

Que capoeirista da regional ousaria enfrentar o "casca grossa" Minotauro ou o não menos extraordinário paranaense Vanderlei Silva (aliás, meu conterrâneo)? Mesmo que a bolsa fosse de milhões de dólares ou euros? Neste momento sempre aparece a conversa que "capoeira é Amor e que mestre, agora, é um profissional, não vai ficar se machucando assim sem mais nem menos". Alguns ainda insistem "que não há luta porque o mestre pode matar seu oponente com alguns dos golpes fatais da capoeiragem". Este "folclore" é que precisa ser revisto com realismo, a bem da própria capoeira na sua porção Luta.

Enfim, Professor João Alberto Barreto é um dos nomes que deve participar de todo reunião séria (seminário, congresso etc) sobre os destinos da capoeira-desportiva e da capoeira luta. E mesmo em reuniões sobre a especialíssima capoeira tradicional, também aí, o lutador e psicólogo João Alberto terá sempre muito a contribuir.
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Medicina Esportiva no MMA


Se engana quem pensa que o médico contratado do evento trabalha somente durante e após os combates no Mixed Martial Arts - MMA. Segue material audiovisual constando a intervenção profissional do médico antes do evento, momentos antes da pesagem. Investiga para verificar se até ali existem fatores médico-biológicos impeditivos para o atleta participar da luta. Como bônus, os momentos de bastidores oriundos da pesagem horas antes de os atletas subirem no ringue/octógono.

Leandro Paiva


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As modalidades de combate nos Jogos Olímpicos modernos


Um excelente e esclarecedor artigo publicado como capítulo de livro abordando as Lutas nos Jogos Olímpicos, pode ser observado neste post. Nele, o autor versa sobre particularidades bem interessantes, sem dúvida com implicações para estudantes, atletas, técnicos e fãs dessas modalidades. Apresentamos adiante os principais trechos do referido artigo.

Leandro Paiva



As modalidades de combate nos Jogos Olímpicos

Autor: Emerson Franchini

Ref.: Universidade e Estudos Olímpicos. 1 ed. Barcelona: Centre d'Estudis Olímpics, Servei de Publicacions, 2007, v. 1, p. 716-724.

Introdução

As lutas estão entre as mais antigas formas de atividades motoras sistematizadas. Inúmeras evidências demonstram a preocupação com o registro das técnicas de luta ou com os combates realizados. Exemplos desses registros podem ser vistos em diversos sítios arqueológicos com pinturas rupestres, além de registros mais detalhados na Antigüidade, como as representações da prática da luta no Egito, de representações de lutas nos Jogos Olímpicos da Antigüidade e de combates entre gladiadores em Roma (Poliakoff, 1987; Sayenga, 1995).

Muitas vezes, as origens de um determinado povo ou de um fato marcante de sua história são associadas a algum tipo de combate. É muito comum sua descrição por meio de uma lenda ou seu registro em obras literárias importantes.

Como exemplos, podemos citar o combate de boxe entre Epeios e Euryalos ou a luta entre Odysseus e Ájax, presentes na obra de Homero (Sakellarakis, 1982).

Na Antigüidade, o domínio das técnicas de luta, com e sem implemento, era muito importante para a manutenção e conquista de territórios. Assim, não é incomum encontrar todo um sistema de ensino e treinamento dessas técnicas em diversos povos desse período. Contudo, em tempos de paz, parte dessas técnicas foi ligeiramente modificada para formas mais amenas de combate, as quais poderiam ser praticadas com segurança e ainda assim manter os indivíduos treinados, algo muito importante se considerada a possibilidade de seu uso no campo de batalha.

Nesse processo, várias dessas técnicas passaram a ter características de “jogos”, com regras específicas, que atraíam o público por seu caráter espetacular, como ocorria com os Jogos disputados em Olímpia e os jogos públicos com gladiadores em Roma (Poliakoff, 1987). Na Idade Média, as justas substituiriam essas práticas proibidas pela Igreja Católica (Le Goffe Truong, 2003).

Na Idade Contemporânea, o Esporte moldou essas práticas a sistemas bem estabelecidos, especialmente, pelo fato de seu uso bélico ter sido colocado de lado em decorrência do grande desenvolvimento de armas que não mais exigiam o confronto corpo-a-corpo (Carr, 1993).

Lutas nos Jogos Olímpicos Modernos

Desde sua primeira edição em 1896, as modalidades de combate estão presentes nas disputas realizadas nos Jogos Olímpicos.

Dois aspectos importantes devem ser considerados nessa figura: (1) o número total de medalhas disputadas cresce mais aceleradamente do que o número de disputas de medalhas de ouro; (2) ainda não houve estabilização nas disputas envolvendo as modalidades de luta.

No primeiro aspecto, a explicação é bastante simples: tanto o boxe quanto o judô distribuem duas medalhas de bronze. O boxe começou a realizar essa forma de premiação a partir dos Jogos Olímpicos de Helsinque (1952) e o judô o faz desde sua inclusão no programa olímpico.

Além disso, ocorreram modificações no número de categorias tanto no judô quanto no boxe. Essa grande quantidade de medalhas distribuídas tem gerado a atenção de países que buscam melhor seu posicionamento no quadro de medalhas (mesmo considerando que o Comitê Olímpico Internacional não reconhece essa forma de disputa divulgada extensivamente na mídia).

No segundo aspecto, a não-estabilização se deve ao acréscimo constante de modalidades ao longo da história olímpica. Partindo, da esgrima e da luta nos Jogos Olímpicos de Atenas (1896) até os Jogos Olímpicos de Atenas em 2004, em nenhum evento seguido houve a repetição do mesmo quadro de competições envolvendo esse tipo de esporte.

Inicialmente, um fator essencial para a configuração desse quadro é o acréscimo de modalidades, o qual começou com o boxe nos Jogos Olímpicos de St. Louis (1904) e culminou com a inclusão do taekwondo nos Jogos Olímpicos de Sydney (2000). Contudo, além da inclusão de novas modalidades de combate, é importante ressaltar a presença das divisões por peso. Assim, a cada edição dos Jogos Olímpicos, houve a inclusão de uma nova modalidade ou a inclusão/exclusão de uma categoria de peso em um esporte já pertencente ao programa olímpico.

De maneira menos marcante, a inclusão das disputas femininas também auxiliou a modificar esse quadro. A primeira competição em um esporte de combate com a presença das mulheres ocorreu apenas em 1924, nos Jogos Olímpicos de Paris, com as disputas de esgrima. No entanto, em uma luta corpo-a-corpo, a primeira ocorrência foi no judô, em Seul (1988), como modalidade demonstração e finalmente em 1992, em Barcelona, como modalidade oficial.

Embora, essa ocorrência tenha aberto precedentes para a inclusão da disputa feminina na luta, presente apenas em Atenas (2004), é preciso notar que apenas no judô e no taekwondo as mulheres disputam o mesmo número de medalhas que os homens. Na luta, são feitas competições apenas no estilo-livre e em quatro categorias, enquanto no masculino a disputa é feita em sete categorias no estilo livre e sete categorias no estilo greco-romano. Na esgrima, existe competição em seis provas masculinas e apenas quatro provas femininas (contando, disputas individuais e em equipe em ambos os casos). No boxe ainda não existe disputa feminina. Portanto, acredita-se que esse quadro esteja longe da estabilidade, especialmente pela crescente participação feminina no movimento olímpico.
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Luta Marajoara




Bem antes da popularização do Jiu-Jítsu no Brasil, um estilo de luta era bem popular na região norte. Apesar de não ser necessariamente focada na eficiência, está enraizada nos valores sócio-culturais daquela região e também do Brasil.

Desse modo, vale salientar que, possivelmente, a Luta Marajoara surgiu com o próprio caboclo há mais de 300 anos, a partir de suas observações e necessidades. Na ilha contam uma lenda que o caboclo analisou a atitude do búfalo, animal que diante da ameaça iminente de sua liderança em relação ao rebanho, enfrenta o búfalo rival colocando cabeça com cabeça, ficando com as patas no chão e tentando um derrubar o outro emaranhando seus chifres; o que cair é o perdedor. A exemplo do que fizeram os orientais criando estilos de luta baseadas nos movimentos de ataques e defesas dos animais como a serpente, o leopardo, etc.

Trata-se de fato de um combate corpo-a-corpo realizado na argila (ou barro) para reduzir o risco de lesões, no qual o principal objetivo do combate é manter o oponente de costas no chão.

Segundo o pedagogo Márcio Vitelli, um estudioso das tradições da região marajoara, as origens mais prováveis da luta marajoara são:

1.Tribo Aruã, extinta pelas lutas e doenças trazidas pelos primeiros colonizadores que chegaram na região;
2.Influência de escravos africanos;
3.Inspirada na luta de búfalos;
4.Surgiu com os amistosos confrontos entre os vaqueiros ao final de um dia de trabalho.

Hoje existem as lutas marajoara tradicional e desportiva. A tradicional é a praticada nas fazendas da região e a desportiva conta com organismos que regulamentam a prática, defendem as regras e organizam campeonatos, mas não existe graduação.

A luta marajoara, via de regra, acontece sempre nos finais de tarde à beira dos rios, antecedendo o banho ou quando o caboclo sente-se ameaçado na liderança perante o grupo ou em relação à sua fêmea. Atualmente é bastante praticada nas festividades populares dos municípios que compõem o Marajó, como Festividade de São Sebastião, em Cachoeira do Arari, Aniversário da Cidade de Salvaterra, Festival do Tamuatá em Santa Cruz do Arari, Festival do Camarão em Muaná, Aniversário da Cidade de Ponta de Pedras, e em Soure em várias momentos do ano, como nos jogos de verão, no aniversário da cidade e no Marajó Búfalo Fest.


Leandro Paiva


Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/Luta_marajoara
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Seminário de Rolker Gracie em Porto Alegre


Segue cartaz com informações de uma excelente oportunidade em Porto Alegre. Seminário com Rolker Gracie. Organizado pelo competente advogado e faixa preta de Jiu-Jitsu, Newton Finato, junto com Jader Vargas, empresário da Gracie Sports, advogado e faixa preta de Jiu-Jitsu. Recomendo a todos que puderem comparecer.

Leandro Paiva
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Preparação Física de Demente, Galvão e Vicente


Segue material audiovisual contendo um dia de preparação física dos atletas Ricardo Demente, André Galvão e Luis Vicente, ladeados pelo Preparador Físico Rogério Camões. Realidade do treinamento de força para atletas de MMA no alto rendimento.


Leandro Paiva



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Preparação Física no Jiu-Jitsu


Segue material audiovisual inédito repleto de exercícios de preparação física para atletas de Jiu-Jitsu. Quem ministra a sessão é o professor Ítallo Vilardo, que vem realizando trabalho de ponta no Rio de Janeiro com diversos atletas de alto rendimento de MMA e Jiu-Jitsu. Possivelmente no futuro pode ser que haja a realização de algum projeto em parceria de artigo.

Leandro Paiva



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Preparação Física de Ronaldo Jacaré p/ Tim Kennedy


Ronaldo Jacaré ladeado pelo meu amigo e excelente preparador físico, Rogério Camões, afia os últimos detalhes para a batalha contra o duríssimo Tim Kennedy no Strikeforce Houston.

Podemos observar no material audiovisual, detalhes da realidade no trabalho de preparação física de lutadores de MMA de alto rendimento. Como Bônus, a participação do talentoso Rafael Feijão e do superatleta André Galvão.


Leandro Paiva



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Preparação Física de Tim Kennedy para Ronaldo Jacaré



No dia 21 deste mês, no Strikeforce Houston, Tim Kennedy enfrentará Ronaldo Jacaré pelo cinturão dos médios. O americano esteve em combate tanto na guerra do Afeganistão, como na última invasão ao Iraque.

Membro das forças especiais do exército (Rangers) e instrutor de snipers (franco atiradores), o adversário de Jacaré se mostra um cara sereno para a batalha que virá pelo cinturão. Tim possui um cartel de 12 vitórias e apenas duas derrotas.

Segue adiante material audiovisual contendo diversos exercícios de preparação física realizados por ele.


Leandro Paiva


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Revolução: Game de luta que insere o jogador



Game de luta que insere o jogador no ambiente de combate e é controlado por movimentos chega ainda em 2010, afirmam os desenvolvedores.

O nome do game é Kung-Fu Live. Apresentado este ano, permite que o jogador seja inserido no ambiente de combate e controle seus próprios movimentos. Outro ponto interessante é a possibilidade de inserir quase qualquer objeto do mundo real na luta, como cadeiras e vassouras.

Até quatro jogadores utilizando controles DualShock 3 podem enfrentar um quinto jogador que contará com seus próprios movimentos para se defender, ou seja, se proteger de um autêntico linchamento virtual. Contudo, somente um jogador pode reproduzir os movimentos pelo sistema.

Confira mais abaixo o vídeo oficial do Kung-Fu Live.


Leandro Paiva


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Atenção: Livro "Olhar Clínico nas Lutas, Artes Marciais e Modalidades de Combate" - Lançamento em 2014.
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