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MMA: esporte e administração de empresas?





Um gestor no MMA.

Vivemos também de bilheteria. Talvez não tenhamos que entrar nos palcos, quadras, gramados, ringues ou octógonos, mas para muitos a vitrine é seu lugar de exposição, aguardando a aceitação.

Quando os lutadores de full-contact passaram a ser observados com interesse, e os confrontos começaram a atrair fãs e possibilidades de negócios, empreendedores viram no processo uma mina de ouro.

O romantismo dos lutadores de rua ou de campeões de algumas modalidades foi logo substituído por ações concretas de geração de um novo esporte. Adorado por alguns, criticado por outros e visto, com curiosidade e espanto, por muitos.

O amadorismo deu lugar ao profissionalismo. O homem forte cedeu seu espaço ao superatleta. A sofrida busca por apoio foi substituída por patrocínios milionários, que dão visibilidade a pessoas e produtos.

Alguns poucos abnegados receberam o apoio de uma máquina de geração de resultados e dinheiro e começaram efetivamente a estruturar um negócio.

Não há uma técnica que tenha predominância em um mundo em que o desafio é desafiar. Desafiar o oponente e a frágil supremacia de uma arte.

Brasileiros, com muito trabalho e determinação, estão deixando sua marca nesse mundo. Preparadores físicos, atletas, mestres em artes marciais e empresários se envolveram em um modelo de negócio que gera oportunidades e fontes interessantes de renda.

Do amadorismo das academias ao profissionalismo, estrelato e explosão de notícias e imagens nas mídias.

Um mundo em que não basta ser "bom", um atleta de qualidade, é necessário ser sempre o melhor. The Best Athlete in The World. The Champion. Nada menos é aceitável.

Ter uma carreira com 99 vitórias e uma derrota pode ser fatal! O público rapidamente substitui o derrotado e levanta bandeiras ao novo campeão.

Vencedor e vencido precisam convencer no combate, não basta um esforço não reconhecido. Definitivamente um negócio que envolve sangue e suor, de fato.

Podemos ver o MMA – Mixed Martial Arts- com a visão do espetáculo, do confronto, das lutas, dos combates, do circo romano, da crítica. Mas, em um mundo de negócios não podemos negligenciar a visão de seu criador e de seus incentivadores.

Estes, nos bastidores, também praticam o MMA, com uma visão gerencial, da qual podemos tirar grandes lições.

Nesse sentido, faço outra leitura da sigla MMA – Maximum Management Action.

Esse espetáculo, como tantos outros, demanda Medidas Máximas de Administração ou MMA para seu sucesso.

Como gestores, devemos nos perguntar que lições podemos tirar dos grandes espetáculos para aplicarmos em nossas organizações.

Vivemos também de bilheteria. Talvez não tenhamos que entrar nos palcos, quadras, gramados, ringues ou octógonos, mas para muitos a vitrine é seu lugar de exposição, aguardando a aceitação.

No mercado de consumo de bens tangíveis e intangíveis o aplauso é reservado à amadora commodity que se torna o profissional superproduto. Reconhecido por sua reverenciada marca.

Uma ação, resultado da aplicação das melhores técnicas em todas as áreas da empresa, evitando o nocaute que pode ser provocado pelo concorrente.

Por Ivan Postigo

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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